
Caro, muitas pessoas usam diariamente a funcionalidade do @WalletConnect para pagamentos. Mas você sabia? Com uma rede de conexão tão grande, como ela gerará receita no futuro? E qual papel o token $WCT desempenhará nisso? Vamos analisar os dados do terceiro trimestre: 95,69 milhões de WCT foram stakeados, representando cerca de 20,4% da oferta circulante, com 72.500 stakers ativos. A ecossistema adicionou 91 novas carteiras e quase 2.000 aplicações, com o volume de transações da rede chegando perto de US$ 100 bilhões no trimestre. Somando-se aos mais de 700 carteiras integradas e mais de 80.000 aplicações, o WalletConnect já possui uma base de uso significativa. No entanto, o volume de transações da rede não é necessariamente o mesmo que a quantidade de receita que ela pode gerar. É por isso que o fundador Pedro iniciou no fórum de governança a discussão aberta “WCT Utility Design Space” — algo que merece atenção. A comunidade agora pode participar: quais serviços seriam adequados para cobrança? Como o WCT deveria participar do processo de liquidação? E, após a geração de receita, como ela deve ser distribuída entre stakers, carteiras e outros participantes da rede? Uma das direções discutidas é manter os usuários gratuitos, enquanto as aplicações pagam com base no uso, incorporando o WCT na liquidação, e deixando a distribuição da receita ser decidida por governança. Se esse caminho for implementado, o WCT terá a oportunidade de gerar demanda contínua relacionada ao uso da rede, além de sua função de governança. A seguir, a Lua também acompanhará se essas discussões resultarão em propostas concretas e se as aplicações estarão dispostas a pagar por serviços. Acho que esses avanços é que determinarão se o grande volume de uso poderá realmente sustentar a utilidade de longo prazo do WCT. Se você pudesse participar do design, qual priorizaria: cobrança pelas aplicações, incentivos às carteiras ou distribuição de receita aos stakers?
