
🔥 A Bolívia inclui o USDT em seu sistema de pagamento nacional Um país soberano está discutindo a integração de uma stablecoin emitida por entidade privada à infraestrutura de pagamento. Não se trata de listagem em exchanges nem de piloto corporativo — a carteira Yasta, pertencente ao banco estatal, já permite a compra de USDT, e o ministro da Economia declarou intenção de criar um quadro regulatório. O contexto é a tensão na liquidez em dólares e a pressão sobre as reservas cambiais. Após o levantamento da proibição de criptomoedas em 2024, o volume de transações cresceu 630% em um ano, atingindo US$ 294 milhões no primeiro semestre de 2025. Isso vai além do sistema de liquidação transfronteiriça da Hyundai: enquanto este é uma questão de eficiência comercial, aquele é uma cedência de soberania monetária. As stablecoins passam de ferramentas cinzentas a opções oficiais de pagamento. A transparência das reservas do USDT e os riscos de conformidade da Tether estarão diretamente ligados à estabilidade do sistema de pagamento nacional. Um problema não será uma exchange fugindo, mas o colapso do sistema de pagamento. Os riscos também são claros: pressão da FATF para inclusão na lista cinza, dificuldades na aplicação de combate à lavagem de dinheiro e controvérsias sobre auditoria do USDT. O quadro ainda está em fase de avaliação técnica e não possui status de moeda fiduciária. Mas a própria tendência merece atenção — quando países soberanos dependem de stablecoins privadas, os limites entre regulamentação e política monetária estão sendo reescritos. $usdt #fatf #defi #stablecoin #dadosna区块链