
Neste ano, os cinco modelos de IA que tentaram prever as redações do ENEM falharam todos — mas as redações que escreveram foram bastante boas. Saber o que se sabe e reconhecer o que não se sabe — isso é saber. — Confúcio, *Analectos* Os temas da redação do ENEM de 2026 foram divulgados, e os cinco principais modelos de IA (ChatGPT, Claude, Gemini, DouBao e Kimi) falharam completamente em prever os temas. O Ministério da Educação emitiu um alerta contra esse tipo de炒作. No entanto, quando esses mesmos modelos realmente escreveram as redações, seu desempenho foi surpreendentemente bom. Por trás disso há uma lição valiosa para quem faz trabalhos secundários: você precisa entender claramente o que a IA pode e não pode fazer. Todos os anos, assim que os temas da redação do ENEM são anunciados, toda a internet os reescreve. Este ano foi diferente — além dos 12,9 milhões de candidatos, uma multidão de IA também escreveu redações. E é interessante: todas as previsões da IA falharam, mas as redações que elas produziram foram realmente boas. Se você está usando IA para um trabalho secundário, essa contradição merece reflexão. 📉 Previsão da IA: cinco modelos falharam todos Antes da prova, alguns meios de comunicação usaram os cinco principais modelos — ChatGPT, Claude, Gemini, DouBao e Kimi — para prever os temas da redação do ENEM. Qual foi o resultado? Todos falharam. Os cinco modelos, de forma quase unânime, apostaram na direção da “ética tecnológica”: ChatGPT previu “escala”, Claude previu “a paisagem no caminho”, Gemini previu “vida sem atrito”, DouBao previu “a era dos atalhos” e Kimi previu “navegação por algoritmo”. O tema real da prova foi: “O significado das palavras muda com o tempo. Qual palavra cujo significado mudou para você? Fale sobre sua evolução pessoal.” Nada a ver com ética tecnológica. A direção da prova foi exatamente oposta. No mesmo dia, o Ministério da Educação emitiu um alerta, afirmando claramente que usar IA para prever temas constitui propaganda enganosa e fraude, e que a elaboração das provas tem como objetivo “evitar previsões e padrões previsíveis”. 📌 A IA sabe “escrever”, mas não sabe “adivinhar” — essa é a primeira fronteira. ✍️ A IA escreve a prova: desempenho bom Embora as previsões tenham falhado completamente, o que aconteceu quando a IA realmente escreveu a redação? Três modelos — DeepSeek, Tongyi Qianwen e DouBao — escreveram a mesma redação. Os resultados surpreenderam muita gente. Na redação curta do exame de Pequim: “Escreva um texto promocional para um lar de idosos sobre como a IA contribui para uma velhice feliz” — as três IAs produziram textos com linguagem refinada e tom adequado, sem erros. Na redação longa de Xangai: “Quando a tecnologia transforma o mundo, também transforma nossa imaginação” — cada uma das três IAs apresentou uma perspectiva distinta: DeepSeek: “A tecnologia é o catalisador que permite à imaginação renascer das cinzas.” Tongyi Qianwen: “Cuidado com a formatação do pensamento humano pelos algoritmos.” DouBao: “Use a tecnologia para ampliar os limites do seu conhecimento.” Profundo, com posição clara e estilo literário. Se entregue em uma sala de aula, seria pelo menos uma nota média-alta. Não consegue prever, mas executa instruções bem. Essa é a segunda fronteira. 💡 Lições para trabalhos secundários Essas duas fronteiras se aplicam diretamente ao seu trabalho secundário: A IA não pode tomar decisões por você (como falhou na previsão) Não pode escolher seu nicho — você precisa decidir se vai escrever textos ou criar Agentes Não pode julgar o momento certo — você precisa decidir se vale a pena seguir essa tendência Não pode assumir responsabilidade — se o cliente não estiver satisfeito, você não pode dizer “foi a IA quem escreveu” A IA pode ajudar você a executar tarefas (como fez bem na redação) Diga-lhe a direção, ela produz um rascunho Diga-lhe a estrutura, ela preenche o conteúdo Diga-lhe o estilo, ela segue fielmente O pior erro é usar ao contrário: deixar a IA escolher a direção (prever) e você fazer o trabalho de escrita (redigir). O uso correto é exatamente o oposto: você define a direção; a IA executa. 📌 A descrição mais precisa da IA não é “substituta universal”, mas sim um executor que nunca se cansa — mas a direção precisa ser definida por você. #IA #AIAgent @grok
