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O desligamento da moeda fiduciária está morto: a Visa acaba de ampliar os pagamentos cripto de autogestão A infraestrutura de pagamento tradicional já não está mais combatendo as stablecoins — está ativamente absorvendo-as. A Visa e a Bridge (a recente aquisição de US$ 1,1 bilhão da Stripe) acabaram de anunciar uma expansão massiva de seu programa de cartões vinculados a stablecoins. A fricção de mover capital entre a finança tradicional e os livros contábeis descentralizados foi essencialmente reduzida a zero. Aqui está a análise operacional do que isso significa para o mercado de ativos digitais. ⬇️ ◽️ Os Mecanismos da Integração A mudança fundamental aqui é a eliminação da exchange centralizada como intermediária necessária para a liquidez diária. ▫️ Gasto Direto em Autogestão: Os usuários agora podem vincular carteiras de autogestão — especificamente MetaMask e Phantom — diretamente a um cartão Visa. Quando você passa em qualquer um dos 175 milhões de locais comerciais globais da Visa, você gasta stablecoins (principalmente USDC). O comerciante recebe seamlessmente sua moeda fiduciária local. ▫️ As Vias de Liquidação: A Visa não está agrupando essas transações por meio de câmaras de liquidação tradicionais. A liquidação ocorre diretamente na blockchain, por meio do Solana e Ethereum, pela Lead Bank. O volume anualizado de liquidação em stablecoins da Visa já ultrapassou os US$ 3,5 bilhões, crescendo mais de 460% ano a ano. ▫️ A Escala do Lançamento: O programa já está ativo em 18 países, com foco pesado na América Latina (Argentina, México, Colômbia). Até o final de 2026, estará plenamente operacional em mais de 100 países da Europa, Ásia-Pacífico e Oriente Médio. ◽️ A Matriz de Ativos O mercado está acostumado a negociar impulsos narrativos de curto prazo, mas esta integração é uma incorporação estrutural de capital de longo prazo. 👉 $SOL e $ETH: As camadas principais de infraestrutura. Ao suportar explicitamente Phantom e MetaMask, a Visa está ancorando suas atividades de liquidação no Solana e Ethereum. Isso gera demanda sustentada e orgânica pela rede, queima taxas e mantém a liquidez presa dentro dos ecossistemas DeFi on-chain, em vez de vazar para contas bancárias fiduciárias. 👉 $USDC (Circle): O grande vencedor absoluto. Isso cria demanda permanente e estrutural pelo USDC como meio de troca cotidiano, e não apenas como par de negociação em um DEX. A Circle se beneficia diretamente da expansão massiva da oferta, do status preferencial institucional e dos rendimentos das reservas, sem depender de ciclos especulativos de cripto. 👉 $USDT (Tether): Embora a Visa esteja priorizando instrumentos regulados como o USDC, o Tether se beneficia indiretamente com a normalização global do mercado total de pagamentos em stablecoins. ➡️ A Realidade Macro Isso não é disruptivo; é a apropriação. Cartões vinculados a cripto representam atualmente uma fração do volume anual de US$ 16 trilhões da Visa, mas a trajetória está definida. Essa integração atua como um cavalo de Tróia para a adoção global de stablecoins. Ao permitir que os usuários gastem diretamente de suas carteiras de autogestão sem jamais vender de volta para moeda fiduciária, o capital permanece permanentemente dentro do ecossistema de ativos digitais. A ponte entre a blockchain e o mundo real finalmente foi construída, e Stripe e Visa possuem o pedágio.

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