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Computadores quânticos não quebrarão o bitcoin da noite para o dia, e a última análise confirma o que já vinhamos dizendo: trata-se de um desafio de migração, não de um evento de extinção. Um relatório recente e aprofundado detalha o estado atual da situação. Uma redução de 20 vezes nos qubits teoricamente necessários para quebrar a criptografia moderna chamou a atenção da mídia, mas a lacuna entre qubits lógicos em escala de laboratório e os milhares exigidos para ameaçar as assinaturas de curva elíptica do bitcoin permanece imensa. Escalar de dezenas para milhares de qubits lógicos exige avanços de engenharia multidimensionais, com custos potenciais na casa das centenas de bilhões. A história mais interessante é a resposta já em formação. Esquemas criptográficos pós-quânticos, como SPHINCS+ e assinaturas de Lamport, oferecem caminhos viáveis, implementáveis por meio de atualizações soft fork. A comunidade bitcoin está ativamente explorando essas opções, e uma janela de transição de 3 a 5 anos parece realista. É assim que a disruptão tecnológica realmente funciona na prática: não como um colapso súbito, mas como um ciclo ordenado de atualização, no qual a própria ameaça acelera a solução. Protocolos que se prepararem cedo emergirão mais fortes #QuantumComputing

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