Mars Finance noticia que, em 6 de junho, Trump, recentemente em uma entrevista, criticou novamente o Acordo Nuclear Integral com o Irã (JCPOA) alcançado em 2015, afirmando que o acordo é "quase equivalente a fornecer armas nucleares ao Irã" e que qualquer novo acordo com o Irã no futuro será "muito superior ao acordo da era Obama". No entanto, diversos especialistas americanos em não proliferação nuclear apontam que, embora o JCPOA não seja perfeito, conseguiu limitar com sucesso as atividades de enriquecimento de urânio do Irã e estabelecer o mecanismo de verificação internacional mais rigoroso até hoje. O ex-secretário de Energia dos EUA, Ernest Moniz, afirmou que o principal resultado do acordo foi aumentar drasticamente a transparência, permitindo que a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) realizasse uma supervisão sem precedentes nas instalações nucleares iranianas. Relatos indicam que, após o governo Trump retirar-se do acordo em 2018, o Irã gradualmente ultrapassou as restrições relacionadas, aumentando significativamente seus estoques de urânio enriquecido e reduzindo algumas medidas de verificação. Atualmente, os estoques de urânio enriquecido do Irã já superam em muito os limites estabelecidos pelo acordo, com parte do urânio enriquecido atingindo níveis de 60%. Analistas consideram que, após o agravamento dos conflitos entre EUA e Irã e ataques às instalações nucleares, a dificuldade de alcançar um novo acordo em 2026 é claramente maior do que há dez anos. Especialistas da Associação de Controle de Armas afirmam que um novo acordo precisará não apenas lidar com os avanços tecnológicos nucleares do Irã, mas também abordar a incerteza resultante das ações militares EUA-Israel e da interrupção das verificações. O ex-secretário de Energia dos EUA, Moniz, afirmou que o princípio central do JCPOA é "não confie, mas verifique", e que o governo Trump adotou uma estratégia diferente, cuja eficácia ainda não foi comprovada como superior ao acordo anterior.
Trump critica o acordo nuclear do Irã de Obama; especialistas dizem que ele já efetivamente contive o programa do Irã
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Trump criticou o acordo nuclear com o Irã de Obama, chamando-o de quase tão ruim quanto entregar uma bomba nuclear ao Irã. Ele prometeu que qualquer novo acordo seria melhor. Especialistas dizem que o acordo de 2015 limitou o enriquecimento do Irã e trouxe inspeções rigorosas. Moniz observou que ele melhorou a transparência. Após os EUA se retirarem, o Irã aumentou seus estoques de urânio e reduziu as inspeções. Os níveis atuais superam amplamente os limites do acordo, com alguns em até 60% de enriquecimento. Analistas afirmam que um novo acordo até 2026 é mais difícil devido ao aumento das tensões e ataques. Um novo esforço de listagem de tokens enfrentaria desafios das ações dos EUA e Israel e das lacunas nas inspeções. Notícias de cripto mostram interesse nos impactos geopolíticos sobre os mercados. Moniz enfatizou o princípio de "verificar" do antigo acordo, diferente da abordagem de Trump.
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