Correlações frequentemente se aproximam de 1 para 1 em mercados em queda A correlação de 60 dias entre ouro e o S&P 500 ficou em cerca de 0,70 em 17 de julho — o nível mais alto em nosso banco de dados desde 1975 — o que pode destacar um risco principal para o metal no 2º semestre. É meramente uma coincidência ou um sinal de algo? Minha tendência é levar esse aviso a sério. Correlações se aproximando de 1 para 1 normalmente ocorrem em mercados em queda. Usando uma base de 100 em 2006, o gráfico destaca o mesmo padrão de movimento do ouro e do S&P 500 entre 2018 e 2024, e o quanto o metal estava esticado em seu pico do 1º trimestre, próximo a US$ 5.600 por onça. A reversão é a trajetória atual do ouro, com cerca de US$ 3.000 marcando um nível de gravidade de valor relativo. E se as ações caírem, o que acontece com o metal altamente correlacionado e volátil? A volatilidade de 260 dias do ouro é 2,2 vezes a do S&P 500 — o premium mais amplo desde 2007 — sugerindo que a volatilidade do mercado de ações está muito baixa, a do ouro está muito alta, ou ambas. Relatório completo no Bloomberg aqui: https://t.co/XVAp088z2P {BI COMD} #gold #stockmarket @Bloomberg
Mike McGloneCompartilhar

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