O verdadeiro custo da blockchain não é apenas a taxa de gás @RialoHQ @RialoKorea O verdadeiro custo da blockchain não é apenas a taxa de gás. Também existem custos para conectar e monitorar serviços distintos, como oráculos, automação e pontes. Hoje, vamos examinar o que a Rialo chama de “custos de coordenação”! Suponha que um aplicativo execute transações condicionais com base em dados externos. Você paga uma taxa de execução na blockchain, uma taxa de dados para o oráculo e taxas separadas de monitoramento e chamada para o keeper. Além das faturas, aumentam também os pontos de falha e a complexidade operacional. A Rialo argumenta que essa fragmentação cria sobreposição de custos e riscos operacionais. Cada provedor define seus próprios preços independentemente, e se um único serviço parar ou oferecer garantias diferentes, todo o processo pode ser afetado. A solução proposta pela Rialo é a “integração seletiva de funções críticas”. A ideia é posicionar funções como execução, oráculos e automação — que aumentam a produtividade mútua — mais próximas do protocolo, alinhando preços e provisão de serviço em conjunto! Mas a integração também tem custos. Quanto mais funções forem incluídas, mais complexa se torna a implementação e a atualização, e aumentam os riscos de dependência e concentração de controle. O post oficial também explica que a integração de funções críticas cria um compromisso entre coordenação e algum grau de descentralização! Portanto, a supermodularidade não significa “integrar tudo”. Apenas integra elementos cujo valor total, eficiência e funcionalidade aumentam quando combinados; os demais são adquiridos externamente de forma competitiva! Do meu ponto de vista, os quatro indicadores necessários para comparação real são: 1. Custo total 2. Número de pontos de falha 3. Consistência na garantia de segurança 4. Possibilidade de substituição por serviços externos É preciso medir os resultados antes e depois da integração, não apenas o rótulo “nativo”. O ponto central não é uma batalha entre “integração” e “separação”. Será que os custos internos de integração são realmente menores do que os custos externos de coordenação? A supermodularidade da Rialo é uma filosofia para escolher arquiteturas com base nessa pergunta!
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