PANews, 7 de março: Alex Thorn, diretor de pesquisa da Galaxy Research, publicou em X que a Casa Branca lançou o documento da estratégia cibernética dos Estados Unidos, intitulado “President Trump's Cyber Strategy for America”. O documento, com 7 páginas e seis pilares principais, enfatiza a ofensiva cibernética e a dissuasão, mas apresenta limitações nos detalhes de implementação. Pela primeira vez, a estratégia cibernética dos EUA menciona explicitamente criptomoedas e tecnologia blockchain, propondo a necessidade de “proteção e segurança” para essas tecnologias — algo que não foi abordado na estratégia nacional de cibersegurança divulgada por Joe Biden em 2023. No entanto, a estratégia também propõe “erradicar infraestruturas criminosas e cortar canais financeiros de saída”, acompanhada por novas ordens executivas para combater crimes cibernéticos transnacionais. Analistas sugerem que essa linguagem pode fornecer base política para agências reguladoras intensificarem ações contra mixers, criptomoedas de privacidade e canais não regulamentados de entrada e saída de fundos. Além disso, a estratégia propõe ampliar os poderes para operações cibernéticas ofensivas, planejando mobilizar o setor privado para combater redes inimigas e promover sistemas de defesa cibernética automatizados impulsionados por IA. A ordem executiva complementar também estabelecerá dentro do Centro Nacional de Coordenação uma nova unidade operacional para coordenar a aplicação da lei contra grupos criminosos cibernéticos transnacionais.
Casa Branca lança documento de estratégia cibernética, o primeiro a incluir cripto e blockchain
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A Casa Branca divulgou um novo documento de estratégia cibernética intitulado "A Estratégia Cibernética do Presidente Trump para a América", marcando a primeira vez que notícias sobre blockchain incluem cripto e blockchain no planejamento de cibersegurança dos EUA. A estratégia delineia seis pilares, focando em ofensiva cibernética, dissuasão e a proteção e segurança de ativos digitais. Ela exige a eliminação da infraestrutura criminal, o corte dos canais financeiros de fuga e possivelmente o alvo de mixers e moedas de privacidade. O plano aumenta a autoridade para operações cibernéticas ofensivas, incentiva a colaboração com o setor privado e promove defesas impulsionadas por IA. Uma nova ordem executiva criará uma unidade dentro do Centro Nacional de Cibersegurança para combater o cibercrime transnacional. O documento também destaca a necessidade de uma atualização da blockchain para fortalecer a resiliência da infraestrutura.
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