Vitalik Buterin explora o "mixing local" como possível nova primitiva criptográfica

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O co-fundador do Ethereum, Vitalik Buterin, apresentou um novo método de hash criptográfico chamado "local mixing" em uma postagem em 21 de agosto de 2026. A abordagem poderia suceder a criptografia de curva elíptica como uma primitiva de próxima geração. Ela utiliza criptografia simétrica e funções de hash para ocultar estruturas de circuito, visando reduzir os custos computacionais. Buterin alertou para riscos como ataques aleatórios e análise linear. Se aprimorada, pode permitir melhor iO e criptografia segura contra quântica.

Mensagem do BlockBeats, 21 de agosto: o co-fundador da Ethereum, Vitalik Buterin, publicou o novo artigo "Obfuscation (Parte 3): Local Mixing", apresentando detalhadamente uma linha de pesquisa em criptografia de obfuscação chamada "Local Mixing" e afirmando que ela pode se tornar uma nova ferramenta básica de criptografia, após curvas elípticas, RSA e criptografia de reticulados.


Vitalik afirmou que as técnicas atuais de confusão predominantes dependem principalmente de suposições matemáticas complexas, mas frequentemente apresentam alto custo computacional; já a mistura local adota uma abordagem completamente diferente, não dependendo de curvas elípticas, fatoração de inteiros grandes ou criptografia de reticulados, mas sim aproveitando a experiência no design de criptografia simétrica e funções hash, eliminando vazamentos de informação por meio da constante embaralhamento, reconstrução e ocultação da estrutura do circuito, mantendo a funcionalidade inalterada. As técnicas de mistura local incluem principalmente etapas como reversibilidade, endurecimento, mistura, divisão, caminhada cruzada e "componentização", que introduzem estruturas aleatórias no circuito, reorganizam portas lógicas e utilizam mecanismos de ocultação não lineares, dificultando a recuperação da lógica computacional original por atacantes.


Vitalik observou que a tecnologia ainda está em estágio inicial, sua segurança ainda não foi validada a longo prazo e enfrenta desafios como ataques aleatórios e análise linear. No entanto, ele considera que a mistura local representa um novo caminho de exploração criptográfica, cujo objetivo é construir esquemas mais eficientes de confusão indistinguível (iO). Se a tecnologia de mistura local alcançar uma ruptura, poderá levar a novos esquemas de criptografia de chave pública resistentes a quantum e impulsionar o desenvolvimento de técnicas de confusão universais. Atualmente, esse campo ainda requer anos de análise criptográfica e validação de otimização, mas pesquisas assistidas por IA podem acelerar significativamente esse processo de amadurecimento.


Vitalik afirmou que a confusão técnica é considerada a "última fronteira" da criptografia, pois, teoricamente, outros primitivos criptográficos podem ser construídos com base em confusão e funções unidirecionais, e a mistura local não apenas pode reduzir o custo de esquemas de confusão tradicionais, mas também se tornar uma direção importante para a infraestrutura criptográfica do futuro.

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