A FCA do Reino Unido facilita o acesso ao bitcoin, mas múltiplos obstáculos permanecem

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A FCA do Reino Unido levantou a proibição a varejistas sobre ETNs de bitcoin em outubro de 2025, mas o acesso permanece estritamente controlado sob as diretrizes da CFT. Os investidores devem passar em testes de adequação e receber avisos de risco. Bancos importantes, como o HSBC, limitam transferências de criptoativos, e a aprovação de ETFs de bitcoin ainda está pendente. A partir de abril de 2026, os ETNs não mais se qualificarão para ISAs padrão, piorando a eficiência fiscal. Críticos dizem que as regras estão empurrando investidores em direção a plataformas offshore menos reguladas.

ChainCatcher relata, segundo a Forbes, que, embora a Autoridade de Conduta Financeira do Reino Unido (FCA) tenha levantado a proibição ao comércio a varejo de títulos negociáveis de criptomoedas em outubro de 2025, o acesso real ainda está sujeito a múltiplas restrições. Os ETN de Bitcoin são classificados como "investimentos restritos de mercado em massa", exigindo que os investidores passem por processos como avisos de risco, testes de adequação e períodos de reflexão, sem proteção do Plano de Compensação de Serviços Financeiros. Além disso, bancos principais como HSBC e Barclays impõem limites às transferências para exchanges de criptomoedas, com alguns até bloqueando diretamente tais transações. O responsável por instituições financeiras europeias da Bitwise Asset Management afirmou que o princípio da FCA de "mesmo risco, mesma regulamentação" é excessivamente genérico, equiparando Bitcoin a tokens especulativos, forçando os investidores a migrar para plataformas offshore com regulamentação mais fraca. A partir de abril de 2026, os ETN de criptomoedas não poderão ser incluídos em contas ISAs tributariamente isentas convencionais, podendo ser mantidos apenas em ISAs de Finanças Inovadoras, restringindo ainda mais os canais com benefícios fiscais. Críticos argumentam que medidas regulatórias destinadas a reduzir riscos acabam por empurrar os investidores para ambientes de risco ainda maior, contrariando o propósito original de proteção ao consumidor.

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