BlockBeats noticia que, em 10 de setembro, Trump fez uma promessa ousada no congresso midterm do Partido Republicano: se o Partido Republicano mantiver a Câmara dos Representantes e o Senado nas eleições midterm de novembro, concederá um "dividendo Trump" de US$ 5.000 a cada cidadão americano adulto. O plano estima um custo superior a US$ 1 trilhão, mas Trump não especificou a fonte de financiamento, e sua implementação exigiria aprovação do Congresso.
Este raro compromisso destaca a pressão eleitoral de meio de mandato enfrentada por Trump e os republicanos. A popularidade de Trump continua sob pressão, enquanto a insatisfação dos eleitores com o custo de vida e a guerra no Irã aumenta; diversos candidatos republicanos em disputas eleitorais acirradas nem sequer participaram deste congresso; os republicanos ainda precisam manter sua frágil vantagem na Câmara dos Representantes e enfrentam competição pelos assentos no Senado.
Trump, em seu discurso, pediu raramente aos eleitores que "fingissem que eu estou na cédula" e reconheceu que o partido do presidente normalmente perde assentos no Congresso nas eleições de meio de mandato. Ele também prometeu dedicar mais tempo para apoiar os candidatos republicanos, tentando se reinventar como a força central de mobilização para as eleições de novembro.
Ao mesmo tempo, a dívida dos títulos do Tesouro dos EUA ultrapassou US$ 4 trilhões, e a viabilidade fiscal do plano de dividendo de US$ 5.000 foi questionada. Dentro do Partido Republicano, também começaram a buscar soluções alternativas, com o senador Ted Cruz propondo considerar a implementação de requisitos de trabalho para o reembolso.
