Polícia da Coreia do Sul perde 22 BTC, levantando preocupações sobre custódia

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A polícia da Coreia do Sul perdeu 22 BTC, avaliados em cerca de US$ 1,5 milhão, durante uma auditoria nacional. As moedas, apreendidas de criminosos, estavam armazenadas em carteiras de hardware USB. Um caso semelhante no Escritório do Ministério Público do Distrito de Gwangju viu 320 BTC, valorizados em US$ 48 milhões, desaparecerem. As autoridades não utilizaram carteiras multiassinatura ou sistemas adequados de custódia. O preço do BTC permanece volátil amid growing concerns over BTC dominance in custody mismanagement cases.
  • A polícia e os promotores perderam grandes quantias de bitcoin, demonstrando falhas sistêmicas na gestão de criptoativos apreendidos.
  • Carteiras USB sozinhas não são suficientes; as autoridades não possuem tecnologia e protocolos para proteger ativos digitais.
  • Padrões profissionais de custódia, como carteiras de assinatura múltipla, poderiam evitar perdas futuras em criptomoedas.

A polícia da Coreia do Sul está atualmente enfrentando uma séria crise de custódia de criptomoedas. Em 13 de fevereiro de 2026, a Delegacia de Gangnam relatou que havia perdido 22 bitcoins, com valor aproximado de 2,1 bilhões de won, ou US$ 1,5 milhão. As criptomoedas perdidas foram apreendidas de criminosos, e esse incidente expôs uma fraqueza no sistema de gestão das criptomoedas apreendidas.

As autoridades descobriram a perda durante uma auditoria nacional desencadeada por um incidente anterior do escritório do procurador. Os funcionários não esclareceram qual departamento gerenciou os fundos ou como eles desapareceram, alimentando crescentes preocupações sobre a prontidão institucional.

Menos de um mês atrás, o Escritório do Ministério Público do Distrito de Gwangju relatou uma perda ainda maior: 320 BTC avaliados em US$ 48 milhões. Os investigadores rastrearam essa apreensão até uma mulher identificada apenas como “A”, que, juntamente com seu pai, administrava um site de apostas em bitcoin.

Os promotores descobriram que 1.800 BTC haviam sido contrabandeados para a Coreia do Sul, com uma parte roubada antes que as autoridades pudessem garantir sua segurança. Consequentemente, os incidentes da polícia e dos promotores compartilham padrões surpreendentemente semelhantes, levantando questões sobre os protocolos de ativos digitais das forças de segurança.

Falhas na custódia destacam riscos sistêmicos

Ambos os casos envolveram carteiras de hardware USB. Embora essas carteiras sejam seguras para uso individual, exigem conhecimento técnico para proteger as chaves privadas. Vários fracassos de custódia são apontados por analistas. Primeiro, as autoridades poderiam ter mantido os USBs apreendidos sem transferir o bitcoin para carteiras controladas pela autoridade, permitindo que os proprietários originais acessassem o bitcoin usando o backup.

Em segundo lugar, se as carteiras foram criadas em computadores conectados à internet, as chaves privadas poderiam ter sido comprometidas imediatamente.

Padrões Profissionais vs. Práticas de Aplicação da Lei

Empresas especializadas em custódia podem proteger contra tais riscos usando carteiras de assinatura múltipla, hardware security modules e separação rigorosa entre verificação e acesso. Dessa forma, fica muito mais difícil que roubos ocorram, pois mais de uma autorização independente é necessária para uma transação.

Mas as autoridades sul-coreanas não possuem tais sistemas em vigor. Sem sistemas de segurança adequados, a criptomoeda apreendida é altamente suscetível a riscos.

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