BlockBeats noticia que, em 21 de março, Lily Liu, presidente da Fundação Solana, afirmou que os jogos blockchain "não voltarão mais". Ela considera que, embora a indústria tenha esperado que ativos on-chain e mundos abertos impulsionassem o desenvolvimento da Web3 e do metaverso, os resultados reais ficaram longe do esperado.
Solana já foi considerada uma das blockchains com maior potencial para suportar jogos blockchain em larga escala, graças ao seu desempenho elevado e baixos custos que permitem interações em tempo real. No entanto, projetos como Star Atlas e Stepn, embora tenham atraído atenção por um tempo, viram o mercado GameFi como um todo declinar continuamente desde o pico de 2021.
A análise de mercado aponta que os jogos blockchain historicamente dependem de modelos de incentivo por tokens, como "Play-to-Earn", mas carecem de jogabilidade real e capacidade de construção de conteúdo que atraia jogadores centrais, resultando em baixa retenção de usuários e sustentabilidade ecológica insuficiente. Instituições como Andreessen Horowitz (a16z), Framework Ventures e Animoca Brands investiram bilhões de dólares nesse setor, mas obtiveram retornos insatisfatórios.
No entanto, algumas empresas ainda estão explorando caminhos de transformação, como a Mythical Games e a Gunzilla Games, reduzindo gradualmente os elementos de blockchain, tornando-os funções opcionais em vez de mecanismos centrais, para melhorar a experiência do usuário e a aceitação no mercado.

