Orientação da SEC para 2026 redefine a classificação de ativos digitais, encerrando a ambiguidade da era Gensler

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A Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) divulgou orientações para 2026 sobre regulamentação de ativos digitais, reclassificando criptoativos em cinco categorias: commodities digitais, colecionáveis, utilitários, stablecoins e títulos digitais. O framework encerra a ambiguidade da era Gensler, aplicando leis federais de valores mobiliários apenas aos últimos. Atualizações principais incluem liberar ativos não securitários para negociação secundária após o cumprimento dos compromissos fundamentais, eliminar a descentralização como padrão e restringir o teste "Esforços de Outros" às promessas do emissor. A medida traz clareza à classificação de criptoativos e às operações de mercado.

Odaily Planet Daily News: Alex Thorn, gerente da Galaxy Research, publicou um artigo na plataforma X afirmando que a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) emitiu esta semana uma orientação marcante, classificando claramente os ativos digitais em cinco categorias: produtos digitais, colecionáveis digitais, ferramentas digitais, stablecoins e títulos digitais (ou títulos tokenizados), deixando claro que apenas a última categoria é considerada um título e exige registro ou isenção de registro sob as leis federais de valores mobiliários. Esta orientação de 2026 substitui o quadro de análise de "contrato de investimento" da era do presidente Clayton e é um documento interpretativo aprovado por votação unânime dos membros da SEC e publicado no Federal Register, marcando uma mudança da abordagem hostil e ambígua da SEC na era de Gensler para uma postura mais estruturada, transparente e favorável ao desenvolvimento do setor. As principais mudanças incluem:

Ativos digitais não secundários podem ser negociados livremente no mercado secundário após a conclusão da gestão central prometida pelo emissor e não serão mais considerados continuamente como títulos;

Cancelar a utilização do critério de “descentralização suficiente” e basear-se claramente na promessa pública emitida pela entidade emissora;

Forneça cláusulas de porto seguro claras, como airdrops, mineração e staking geralmente não constituem operações de valores mobiliários;

O escopo da análise “Esforços de Outros” foi significativamente reduzido, concentrando-se apenas nas promessas centrais de gestão da emissora, ignorando especulações de mercado de terceiros ou comentários da comunidade.

A orientação foi emitida em conjunto com a Comissão de Negociação de Futuros de Mercadorias dos Estados Unidos (CFTC), que concordou em adotar a interpretação da SEC de que ativos não-securitários podem ser classificados como “mercadorias”. Essa orientação encerra claramente o modelo regulatório da era Gary Gensler, oferecendo previsibilidade ao mercado e estabelecendo a base para a maior institucionalização de ativos digitais, embora ainda possa ser afetada por futuras mudanças na composição da SEC. Essa mudança política destaca uma abordagem madura para a regulamentação de ativos digitais. Alex Thorn também apoiou o esforço da indústria para promover o projeto de lei CLARITY, que tem potencial para fornecer proteção legal mais duradoura, permitindo o desenvolvimento a longo prazo do Bitcoin e de outros ativos criptográficos nos mercados financeiros dos Estados Unidos.

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