S&P Global: Adoção de stablecoins em mercados emergentes pode atingir 20% dos depósitos bancários

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A S&P Global Ratings afirmou que as stablecoins poderão representar 20% dos depósitos bancários em alguns mercados emergentes. O relatório analisou 45 países, destacando a desvalorização da moeda, as necessidades de remessas e o crescimento do mercado de ativos digitais como principais fatores. Regiões com altas taxas de inflação mostram o maior potencial, com as stablecoins a poderem atingir 10-20% dos depósitos nos 15 principais mercados. Em janeiro de 2026, os dados da Artemis mostraram a Índia e a Argentina como líderes, com o USDC a representar 47,4% e 46,6% do uso de stablecoins, respetivamente. Moedas alternativas também podem ganhar adesão à medida que a adoção aumenta.

Mensagem do ChainCatcher: A S&P Global Ratings afirma que moedas estáveis podem representar até 20% dos depósitos bancários em certos países emergentes. O relatório analisou a adoção de moedas estáveis em 45 países emergentes, principalmente moedas estáveis ligadas ao dólar. O relatório aponta que a adoção de moedas estáveis será impulsionada por três fatores principais: pressão de desvalorização da moeda local, necessidade de transferências transfronteiriças e uso generalizado de ativos digitais. Por ordem de importância, os motivos para a adoção incluem proteção de património, transferências e comércio internacional, e o entusiasmo por ativos digitais. A S&P Global acredita que os países com altas taxas de inflação mostram o maior potencial de adoção de moedas estáveis. Em um cenário mais otimista, moedas estáveis podem atingir 10-20% dos depósitos bancários nos 15 países com maior necessidade de preservação do valor do património, especialmente em países onde a capacidade de compra da moeda local está a diminuir. Em janeiro deste ano, dados da empresa de análise de blockchain Artemis revelaram que, do ponto de vista geográfico, a Índia e a Argentina são verdadeiras exceções globais, com o USDC representando 47,4% e 46,6%, respectivamente, no uso de moedas estáveis nesses países.

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