PANews, 17 de março: segundo o WIRED, a plataforma de imóveis tokenizados fundada por irmãos canadenses, a RealT, afirmou ter atingido um retorno anual de até 12% ao vender imóveis em Detroit e outras cidades como tokens criptográficos de aproximadamente US$ 50 cada, atraíndo mais de 16 mil investidores globais, com um portfólio que já chegou a cerca de US$ 150 milhões, auto-denominando-se "um dos maiores plataformas de tokenização imobiliária do mundo". A prefeitura de Detroit iniciou em 2024 uma ação civil contra a RealT e suas 165 LLCs associadas, acusando-as de centenas de violações urbanas relacionadas a "manchas" (blight), débitos fiscais e afirmando que pelo menos 408 imóveis careciam de certificados de conformidade, apresentando sérios problemas de deterioração, infiltrações e riscos de incêndio, com alguns imóveis até sendo ocupados por gangues como "landlords negros". O tribunal proibiu posteriormente a RealT de cobrar aluguéis ou despejar inquilinos até que os imóveis relevantes fossem restaurados à conformidade; a RealT atribuiu a responsabilidade à gestão imobiliária e aos parceiros locais, negando negligência sistêmica na manutenção. Atualmente, a RealT planeja vender grande parte de seus imóveis, suspender a distribuição de aluguéis aos investidores globais e migrar para projetos de tokens "pré-construção" na Colômbia e no Panamá.
O império de propriedades tokenizadas da RealT em Detroit enfrenta problemas legais e de manutenção
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RealT, uma plataforma de imóveis tokenizados, está sob ataque em Detroit, pois a cidade apresentou ações civis contra a empresa e 165 LLCs relacionadas. A ação legal destaca centenas de violações de degradação, impostos não pagos e propriedades sem certificados de conformidade. Relatos mostram sério estado de abandono e propriedades ocupadas por gangues, levando o tribunal a bloquear a cobrança de aluguéis até que as correções sejam feitas. A RealT afirma que parceiros locais são os responsáveis e nega negligência generalizada. A empresa suspendeu as distribuições de aluguéis, impactando a liquidez e os mercados de criptoativos, e está mudando o foco para projetos de tokenização pré-construção na Colômbia e no Panamá. As autoridades citam preocupações com CFT diante de irregularidades financeiras.
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