Mensagem do BlockBeats, 7 de setembro: O mais recente estudo do Federal Reserve de Nova York aponta que, embora a participação do dólar nas reservas cambiais oficiais globais tenha caído de 64% para 56% nos últimos dez anos, essa mudança não significa que os bancos centrais globais estejam reduzindo sistematicamente seus ativos em dólar. Os pesquisadores afirmam que há quase nenhuma evidência de que haja uma diversificação ampla fora do dólar a nível oficial.
Estudos mostram que, entre duas fases distintas desde 2015, o número de países que aumentaram e reduziram seus ativos em dólares foi aproximadamente igual. A queda na participação das reservas em dólar foi impulsionada principalmente por realocações concentradas de poucos grandes gestores de reservas, e não por uma reconfiguração generalizada de ativos em todo o mundo. Entre 2015 e 2019, as mudanças relacionadas foram impulsionadas principalmente por dois bancos centrais; entre 2019 e 2023, México e Marrocos também se tornaram fatores importantes.
O Federal Reserve de Nova York afirmou que a maioria das economias ainda ajusta suas reservas cambiais principalmente para atender às necessidades de liquidez em dólar, gerenciar taxas de câmbio e lidar com choques de fluxo de caixa, e não para evitar ativamente o dólar.
Além disso, os dados do FMI também mostram que a participação das reservas em dólar caiu para o nível mais baixo desde 1995 em janeiro deste ano, em grande parte devido à desvalorização passiva dos ativos de reserva causada pela fraqueza do dólar, e não por vendas em larga escala de dólares por bancos centrais.
