ChainCatcher relata, segundo o The Nation Online, que a Receita Nacional da Nigéria publicou o "Guia de Tributação de Ativos Virtuais", incorporando oficialmente ativos digitais baseados em blockchain, como criptomoedas, stablecoins e NFTs, ao sistema tributário do país. O guia, publicado em 31 de julho, fornece o primeiro quadro detalhado para tributar ganhos provenientes de ativos como criptomoedas, stablecoins, tokens de governança e NFTs. O guia estabelece que ganhos decorrentes da disposição, troca ou transferência de ativos virtuais devem ser tributados conforme a legislação tributária nigeriana, assim como rendimentos provenientes de atividades de blockchain, como mineração, staking, validação, airdrops e recompensas em tokens. Ativos virtuais devem ser avaliados com base nos preços de mercado de plataformas de troca reconhecidas pela receita. Indivíduos e empresas devem manter registros completos de todas as transações, e provedores de serviços de ativos virtuais devem se registrar para fins fiscais e relatar transações de grande valor ou suspeitas. A SEC continua a regular ativos virtuais classificados como valores mobiliários, enquanto a receita é responsável pela gestão tributária. O guia não estabelece uma alíquota tributária específica para criptomoedas, mas aplica as disposições da legislação tributária vigente. O guia segue a ordem executiva do presidente Bola Tinubu visando estabelecer um quadro coordenado de regulamentação para ativos virtuais.
Nigéria lança diretrizes de tributação de ativos virtuais, renda de mineração e staking sujeita a imposto
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O Serviço Federal de Receita Interna da Nigéria (FIRS) lançou as "Diretrizes de Tributação de Ativos Virtuais", integrando criptomoedas, stablecoins e NFTs ao sistema tributário. As diretrizes, vigentes a partir de 31 de julho de 2026, tributam mineração, staking, airdrops e recompensas em tokens sob leis existentes. Ativos virtuais devem ser avaliados em exchanges aprovadas, e registros completos são obrigatórios. Provedores de serviços de ativos virtuais devem se registrar e relatar transações de grande valor. A SEC supervisiona tokens de segurança, enquanto questões tributárias cabem à FIRS. A medida alinha-se com o impulso do presidente Tinubu por um quadro unificado e pode impactar o mercado de ativos digitais amid sentimentos flutuantes capturados pelo índice de medo e ganância.
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