Michael Saylor contesta a afirmação de Boris Johnson de que o bitcoin é um "esquema Ponzi"

iconCrypto Economy
Compartilhar
Share IconShare IconShare IconShare IconShare IconShare IconCopy
AI summary iconResumo

expand icon
Notícia urgente sobre bitcoin: O ex-primeiro-ministro britânico Boris Johnson chamou o bitcoin de "gigantesco esquema Ponzi", alegando que ele não possui valor intrínseco e depende de novos investidores. Michael Saylor contestou, explicando que o bitcoin é uma rede descentralizada sem operador central ou retornos garantidos, o que claramente o diferencia de um esquema Ponzi. Saylor fez esses comentários enquanto a MicroStrategy detém 738.731 BTC, ou 3,52% da oferta total.

TL;DR:

  • Criticismo severo: O ex-primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, rotulou o bitcoin de “gigantesco esquema Ponzi” baseado unicamente na crença coletiva.
  • Resposta técnica: Michael Saylor esclareceu que um esquema Ponzi exige um operador central e retornos garantidos, elementos que não existem na rede descentralizada do BTC.
  • Exposição corporativa: A defesa de Saylor ocorre enquanto a MicroStrategy detém 738.731 BTC, representando aproximadamente 3,52% do total da oferta.

Novamente, o bitcoin é o centro de um intenso debate político, após as declarações incendiárias de Boris Johnson. Tudo começou com as declarações do ex-presidente no Daily Mail, onde ele criticou Bitcoin, rotulando-o como um “gigantesco esquema Ponzi,” além de afirmar que o setor de criptomoedas carece de valor intrínseco e depende de um fluxo constante de novos investidores, comparando-o a sistemas fraudulentos históricos.

Johnson baseou sua posição em uma anedota pessoal sobre um cidadão que perdeu aproximadamente 20.000 libras após um investimento mal-sucedido iniciado em um pub. Do ponto de vista técnico, Johnson questionou a ausência de autoridade institucional por trás do ativo, contrastando-o com moedas fiduciárias, que historicamente derivam seu valor do apoio governamental e do poder do Estado.

Johnson- Saylor-

A resposta de Saylor e a natureza do código

Michael Saylor, presidente de Estratégia e um dos maiores defensores da cripto pioneira, não demorou para responder pela plataforma X. Saylor enfatizou que o bitcoin não possui emissor nem promotor, diferenciando-se radicalmente de um esquema Ponzi. Ele explicou que o sistema é uma rede monetária aberta impulsionada por código e demanda de mercado, sem promessas de rendimento por uma entidade centralizada.

Bitcoin não é um esquema Ponzi. Um esquema Ponzi exige um operador central que promete retornos e paga investidores iniciais com fundos de posteriores. Bitcoin não possui emissor, nem promotor, nem retorno garantido — apenas uma rede monetária aberta e descentralizada impulsionada por código e demanda de mercado.

— Michael Saylor (@saylor) March 13, 2026

Apesar dos alertas de Johnson sobre o possível “derretimento da confiança” dos investidores, o mercado institucional parece ignorar o pessimismo político. Com empresas como Strategy aumentando agressivamente seus tesouros neste 2026, a disputa entre a velha guarda política e os maximalistas digitais destaca a lacuna ideológica sobre o que constitui “dinheiro real”.

Em resumo, enquanto Johnson alerta para o colapso iminente da indústria devido à falta de uma autoridade central, Saylor reafirma que é exatamente essa descentralização e a imutabilidade do código que conferem ao bitcoin seu valor na era moderna.

Aviso legal: as informações nesta página podem ter sido obtidas de terceiros e não refletem necessariamente os pontos de vista ou opiniões da KuCoin. Este conteúdo é fornecido apenas para fins informativos gerais, sem qualquer representação ou garantia de qualquer tipo, nem deve ser interpretado como aconselhamento financeiro ou de investimento. A KuCoin não é responsável por quaisquer erros ou omissões, ou por quaisquer resultados do uso destas informações. Os investimentos em ativos digitais podem ser arriscados. Avalie cuidadosamente os riscos de um produto e a sua tolerância ao risco com base nas suas próprias circunstâncias financeiras. Para mais informações, consulte nossos termos de uso e divulgação de risco.