Michael Saylor explicou que é matematicamente impossível para o BIP-110 atingir o limiar de 55% de suporte voluntário no ciclo atual de dificuldade de mineração do bitcoin.
De acordo com os dados compartilhados por Saylor, um total de 946 blocos foram gerados até o número de bloco 960.561 durante o atual período de ajuste de dificuldade. Apenas 24 desses blocos tinham o sinal de suporte ao BIP-110 adicionado ao campo de versão no cabeçalho do bloco.
Saylor afirmou que todos os blocos enviando sinais foram produzidos por mineiros DATUM que compartilham suas recompensas por meio do pool de mineração OCEAN, e que nenhum sinal de suporte veio de mineiros fora do OCEAN.
Saylor afirmou que, devido a essa situação, o BIP-110 não alcançaria o nível de 55% de apoio voluntário no ciclo em questão, argumentando que os sinais atuais não poderiam ser considerados um consenso amplo dos mineiros.
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O que é o BIP-110 e por que Saylor se opõe a ele?
O BIP-110 é uma proposta que visa tornar mais difícil adicionar fotos, texto ou outros tipos de grandes dados à rede Bitcoin, além de transferências de dinheiro. Em termos simples, seus apoiadores dizem: “O Bitcoin deve ser usado apenas para enviar dinheiro; dados desnecessários não devem poluir a rede.” Michael Saylor se opõe a isso.
Porque, segundo ele, a rede Bitcoin não deveria decidir quais transações são necessárias e quais não são, e as regras não deveriam ser alteradas conforme o capricho de poucas pessoas. Saylor também argumenta que as altas taxas de apoio observadas não refletem o verdadeiro apoio dos mineiros, mas sim que os números parecem maiores do que são porque algum software automatizou o processo de sinalização.
*Este não é um conselho de investimento.
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