Autoridades mexicanas apreendem fazenda de mineração de criptomoedas do cartel com 300 GPUs em Puebla

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Autoridades mexicanas fecharam uma fazenda de mineração ligada a um cartel em Puebla, apreendendo 300 GPUs, internet via satélite e transformadores. O local próximo a Tlaola utilizava energia hidrelétrica roubada e minerava Bitcoin, Monero e Tether. Este é o quarto such operação descoberta na região desde o início de 2025. Notícias de criptomoedas relatam um aumento de 55,8% na lavagem de dinheiro por meio de mineração no ano passado. A operação em Puebla faz parte de uma campanha regional contra atividades de criptomoedas não autorizadas hoje.
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As autoridades mexicanas desmantelaram uma fazenda clandestina de mineração de criptomoedas nas montanhas de Puebla, apreendendo 300 placas gráficas, conexões de internet via satélite e transformadores industriais que estavam retirando ilegalmente energia hidrelétrica, segundo um relatório do Tom’s Hardware citando a Reuters. A operação perto da cidade de Tlaola é a quarta instalação ilícita descoberta na região desde o início do ano passado, um sinal de que os cartéis de drogas estão se expandindo além do tráfico para a mineração de criptomoedas como um canal para lavagem de dinheiro.

Dentro da Operação Apreendida

A fazenda funcionava com eletricidade roubada, e moradores das comunidades vizinhas disseram à Reuters que podiam ouvir os transformadores e o equipamento de refrigeração a cerca de um quilômetro de distância. A instalação ficava a cerca de dois quilômetros da vila mais próxima, um local remoto escolhido por seu fornecimento de energia barato e sua distância da fiscalização. Autoridades federais mexicanas, a Marinha e a polícia local participaram da operação, embora o relatório não tenha especificado como a operação foi inicialmente detectada.

Cartéis recorrem à mineração para lavar proventos

Analistas de segurança dizem que apreensão se encaixa em um padrão no qual cartéis, incluindo o Cartel da Nova Geração de Jalisco e o Cartel de Sinaloa, usam mineração para converter e lavar renda ilícita. O Cartel da Nova Geração de Jalisco e sua ala armada, La Barredora, têm a maior presença em Puebla. A empresa mexicana de cibersegurança SILIKN estima que o uso de mineração de criptomoedas para lavagem de dinheiro no México aumentou pelo menos 55,8% no ano passado, com cartéis minerando Bitcoin, Monero e Tether. A empresa de análise de blockchain Chainalysis, citada pela Reuters, estima que as transações cripto ilícitas atingiram US$ 154 bilhões no ano passado, contra US$ 59 bilhões em 2024, um aumento que atribui parcialmente à evasão de sanções. A crescente sofisticação dessas operações, dizem os analistas de segurança, mostra como grupos criminosos se adaptaram rapidamente aos ativos digitais.

Uma Campanha de Aplicação Regional

A operação em Puebla soma-se a uma campanha mais ampla contra a mineração não autorizada e de alto consumo energético na região. No Uruguai, Tether’s Bitcoin mining push unraveled over an energy dispute, enquanto o Omã mandated a state-run mining pool para direcionar a indústria em direção a operadores licenciados. A Reuters observou que instalações ocultas semelhantes foram invadidas no Brasil, nos Estados Unidos e na Tailândia, e analistas esperam que os crimes relacionados a criptomoedas continuem aumentando nos próximos anos.

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