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- A expansão segue uma perda trimestral de US$ 667 milhões, enquanto a Coinbase planeja ações tokenizadas e produtos no exterior.
O Meta está se preparando para integrar pagamentos com stablecoin em suas plataformas, segundo pessoas familiarizadas com os planos. O esforço, previsto para começar no início do segundo semestre deste ano, envolverá o Facebook, o WhatsApp e o Instagram. A iniciativa segue mudanças regulatórias e depende de provedores terceirizados, em vez de emissão interna.
Planos de Stablecoin e Estrutura de Pagamento da Meta
Meta, liderada por Mark Zuckerberg, emitiu pedidos de propostas para empresas externas de pagamento. Segundo CoinDesk, a Meta planeja integrar um fornecedor para gerenciar pagamentos lastreados em stablecoins e suportar uma nova carteira. A empresa busca evitar a emissão direta, enquanto permite transações atreladas ao dólar.
Uma pessoa familiar com as discussões disse que o Meta deseja o lançamento à distância. Notavelmente, a abordagem reflete lições aprendidas com o anterior esforço do Meta com stablecoin. O Meta recusou-se a comentar sobre os planos, assim como as empresas abordadas para possíveis parcerias.
Stripe surge como um possível parceiro
Stripe surgiu como um possível parceiro piloto. A Stripe adquiriu a empresa de infraestrutura de stablecoin Bridge no ano passado e mantém uma relação de longa data com a Meta. O CEO da Stripe, Patrick Collison, juntou-se ao conselho da Meta em abril de 2025.
Se implementada, a parceria poderia permitir pagamentos em stablecoin em larga escala. As plataformas da Meta atendem a mais de três bilhões de usuários globalmente. Como resultado, as transações em stablecoin poderiam suportar pagamentos transfronteiriços, reduzindo a dependência das infraestruturas bancárias tradicionais.
Mudança regulatória molda a estratégia da Meta
A Meta anteriormente tentou lançar a stablecoin Libra, posteriormente renomeada para Diem, em 2019. No entanto, o projeto travou após a resistência de legisladores dos EUA. A Associação Libra reduziu os planos antes de encerrar as operações no início de 2022.
Desde então, o ambiente regulatório mudou. O ato GENIUS do presidente Donald Trump estabeleceu um quadro legal para emissores de stablecoins. No entanto, os reguladores ainda estão elaborando regras detalhadas.
A nova estratégia também coloca a Meta ao lado de plataformas como X e Telegram, que estão desenvolvendo sistemas de pagamento internos. Segundo fontes, a Meta prefere parcerias de infraestrutura para limitar a exposição regulatória.
