M-pesa Africa se associou à Fundação ADI para integrar a ADI Chain, uma corrente de classe soberana Camada 2blockchain, em toda a sua operação de dinheiro móvel em oito países africanos, potencialmente atingindo 60 milhões de usuários.
Conectando Dinheiro Móvel Tradicional e Web3
M-pesa África e o Fundação ADI recentemente anunciou uma parceria estratégica para integrar padrão institucional blockchain infraestrutura em toda a rede da plataforma de dinheiro móvel, potencialmente atingindo mais de 60 milhões de usuários mensais em oito nações africanas.
A colaboração implantará a ADI Chain, uma alta-performance Camada 2blockchain, em toda a operação do M-pesa na Quênia, República do Congo, Egito, Etiópia, Gana, Lesoto, Moçambique e Tanzânia. O movimento visa criar "trilhos digitais" para indivíduos e pequenas e médias empresas (SMEs) terem acesso a liquidações transfronteiriças mais rápidas e transações com base em stablecoins.
Desde sua criação em 2007, o M-pesa tem sido um líder global na inclusão financeira, permitindo que os usuários contornem barreiras bancárias tradicionais por meio de dispositivos móveis. Esta nova parceria busca aproveitar essa infraestrutura adicionando capacidades descentralizadas projetadas para atender aos padrões regulatórios modernos.
“O M-Pesa tem sido surpreendente em termos de inclusão financeira”, disse Huy Nguyen Trieu, membro do conselho do ADI Foundation. “Nossa visão é que podemos impulsioná-lo novamente ao fornecer a infraestrutura digital adequada... A infraestrutura da fundação pode atuar como blocos de construção para acelerar a transformação digital.”
A parceria surge enquanto a demanda por ativos digitais aumenta na África. Dados da Comissão de Valores Mobiliários da Nigéria relatam 50 bilhões de dólares em criptomoeda transações no ano findo em junho de 2024, com muitos usuários recorrendo a stablecoins para se proteger contra a moeda local volatilidade.
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Foco Estratégico em Soberania e Conformidade
A Fundação ADI, estabelecida em 2024 pela Sirius International Holding (a divisão de tecnologia do conglomerado dos Emirados Árabes Unidos de 240 bilhões de dólares, a IHC), se concentra em sistemas "de grau soberano". Ao contrário daqueles voltados ao varejo blockchains, a cadeia ADI é dita ser projetada para operar dentro das restrições regulatórias e de segurança específicas dos governos nacionais.
Um componente-chave do lançamento, esperado para o início de 2026, é o suporte para uma dirham dos Emirados Árabes Unidos stablecoin. Emitido pelo First Abu Dhabi Bank e pela IHC sob a supervisão do Banco Central dos Emirados Árabes Unidos, o stablecoin fornecerá um plano diretor para como plataformas de dinheiro móvel podem gerenciar o comércio transfronteiriço com estabilidade de preços.
"Estamos empolgados em parceria com a ADI Foundation para explorar seu conhecimento sobre novas tecnologias e como estas podem transformar os serviços financeiros", disse Sitoyo Lopokoiyit, CEO da M-pesa Africa.
A Fundação ADI mantém atualmente parcerias em 20 países com mais de 50 projetos institucionais. Esse acordo com o M-pesa representa seu passo mais significativo em direção ao objetivo declarado de integrar um bilhão de pessoas a blockchain até 2030.
Perguntas frequentes ❓
- Quais países estão incluídos no lançamento? Quênia, RDC, Egito, Etiópia, Gana, Lesoto, Moçambique e Tanzânia.
- O que blockchain está sendo integrado? ADI Chain, uma Camada 2 sistema construído para velocidade e conformidade.
- Quantos usuários poderiam se beneficiar? Mais de 60 milhões de clientes mensais do M-Pesa em oito nações africanas.
- Qual é a inovação-chave? Dirham dos Emirados Árabes Unidos com respaldo stablecoin facilitando liquidações transfronteiriças mais rápidas e estáveis.

