Painel do HK Web3 Feastival discute o desenvolvimento de RWA em Hong Kong versus Cingapura

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No HK Web3 Feastival, um painel explorou o progresso dos ativos do mundo real (RWA) em Hong Kong e Cingapura. Os painelistas afirmaram que os RWA estão passando de testes iniciais para uso mais amplo, apoiados por tecnologia aprimorada, regras mais claras e maior demanda por ativos de renda. Xu Ping destacou a vantagem varejista e a inovação de Hong Kong, em contraste com a cautela de Cingapura pós-FTX. Victor Jung enfatizou a demanda varejista e as tendências institucionais como fatores-chave para a tokenização. A conformidade com a CFT também é vista como um fator que está moldando a liquidez e os mercados de criptoativos em ambas as regiões.

ChainCatcher relata ao vivo: Celine Tan, Head of Liquidity Distribution da BNY Mellon Investment Management Hong Kong Limited; Kelly Sohn, Head of Digital Assets Strategy da Mirae Asset Securities (HK) Limited; Victor Jung, Head of Digital Assets da Hamilton Lane; e Xu Ping, Managing Director, Global Investment Banking do JPMorgan Chase, participaram juntos da mesa-redonda do HK Web3 Feastival, discutindo “O Momento RWA na Ásia-Pacífico: Hong Kong vs Cingapura”. Os participantes concordaram em geral que a RWA atual está passando da fase de validação conceitual para uma adoção mais ampla, impulsionada principalmente pelo amadurecimento tecnológico progressivo, a clareza crescente do quadro regulatório e a demanda crescente por ativos estáveis e com rendimento. Kelly Sohn afirmou que esta onda de aquecimento da RWA é diferente das anteriores, não sendo impulsionada por um único fator, mas sim pela interação conjunta de tecnologia, regulamentação e fluxos de capital. Ela também destacou que, neste estágio, os ativos mais adequados para tokenização incluem fundos do mercado monetário e commodities — produtos padronizados — e que a combinação de stablecoins com ativos tokenizados aumentará ainda mais a eficiência das transações e liquidações na cadeia. Xu Ping observou que, após o evento da FTX, Cingapura adotou uma postura mais cautelosa, concentrando-se principalmente nos investidores institucionais; em contraste, Hong Kong possui vantagens significativas em acesso ao varejo, sistema de licenciamento e abertura à inovação de mercado, tornando-se mais atrativo para exchanges, emissores de stablecoins e instituições de custódia. Ela também mencionou que os bancos desempenharão papéis-chave no ecossistema RWA como infraestrutura, custódia e sistemas de pagamento e liquidação. Victor Jung afirmou que o mercado anteriormente se concentrou excessivamente na narrativa institucional, mas o varejo também é uma fonte importante de demanda por tokenização. Ele classificou a demanda atual em duas categorias: uma busca por retornos maiores por meio da on-chainização; a outra, pela redução de custos através da melhoria da eficiência. Para ele, o impulso do setor já evoluiu da oferta tecnológica inicial para uma demanda real dos investidores. A mesa-redonda também destacou que, para expandir ainda mais a aplicação da RWA na próxima fase, ainda é necessário resolver questões como clareza regulatória, prontidão da infraestrutura institucional e educação dos investidores — fatores que permanecem como variáveis-chave para o desenvolvimento futuro do mercado.

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