O autor argumenta que os investidores conseguem prever corretamente a queda nas razões preço/lucro, mas ainda cometem um grande erro ao usar essa previsão para vender ações. O autor afirma que valorações elevadas não significam que os preços das ações provavelmente cairão em breve. Dez meses após o início de 2026, as razões preço/lucro se contraíram, mesmo enquanto os preços das ações tendiam a subir. Revisões agressivas e contínuas para cima nas previsões de lucros reduziram as razões, pois os lucros previstos aumentaram mais rapidamente do que os preços.
O autor lançou o TKer há cinco anos, em 14 de outubro, para explicar como o mercado de ações geralmente sobe. O primeiro ano do TKer incluiu um mercado de baixa, enquanto o Federal Reserve combatia a inflação. O S&P 500 caiu 19% durante esse ano. O segundo ano do TKer começou dois dias após o início da atual alta de mercado. O S&P 500 subiu 21% durante o segundo ano, apesar da incerteza persistente. O S&P 500 subiu 35% durante o terceiro ano. O retorno anualizado médio desde o lançamento do TKer até o terceiro ano foi de 9%.
O quarto ano do TKer trouxe agitação política após a eleição presidencial nos EUA e guerras comerciais desencadeadas por novas tarifas. O quarto ano também trouxe volatilidade nas taxas de juros e nos mercados cambiais, tensões geopolíticas aumentadas e ameaças à independência do Federal Reserve. Um shutdown governamental agravou as preocupações com a qualidade dos dados econômicos. No entanto, o mercado de ações atingiu repetidamente novas máximas históricas e subiu 14% durante o quarto ano, possivelmente porque os lucros foram resilientes.
Muitos desafios do quarto ano continuaram no quinto ano do TKer. A relação preço/lucro futura estava próxima de 23 vezes na atualização anual anterior, o nível mais alto desde 2020. No entanto, o S&P 500 subiu 16% durante o quinto ano do TKer.
Há cerca de um ano, alguns estrategistas proeminentes de Wall Street previram que altas valorações eram justificadas e permaneceriam elevadas em 2026 à medida que os preços das ações subissem. Outros estrategistas argumentaram que as valorações restringem os retornos e correm o risco de contrair, limitando os retornos de preço. O autor argumenta que as previsões de razão preço/lucro frequentemente minam os cálculos de meta de preço de fim de ano de Wall Street, pois variações de curto prazo na razão são difíceis de prever. O autor argumenta que ações caras frequentemente se tornam ainda mais caras e ações baratas frequentemente se tornam ainda mais baratas. O autor também argumenta que os preços às vezes caem à medida que as ações se tornam mais caras, enquanto os preços às vezes sobem à medida que as ações se tornam mais baratas.
Altas valorações não garantem quedas nos preços das ações em 2026
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Altcoins para acompanhar podem oferecer novas oportunidades à medida que o sentimento do mercado muda. De acordo com o FLASH AI, altos índices P/E nem sempre levam a preços de ações mais baixos. O S&P 500 subiu 16% em 2026, pois as previsões de lucros superaram o crescimento dos preços. A resistência dos lucros e as revisões positivas mantiveram os índices estáveis apesar do aumento dos preços. Ao longo de cinco anos, o índice retornou em média 9% ao ano, mesmo diante de ventos contrários econômicos e políticos. O índice de medo e ganância apresentou sinais mistos, mas fundamentos sólidos continuaram impulsionando o desempenho.
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