Gemini enfrenta ação coletiva por alegadas divulgações enganosas sobre o IPO

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Gemini enfrenta uma ação coletiva no Distrito Sul de Nova York, apresentada em 20 de março de 2026. A ação alega que a exchange e seus fundadores fizeram divulgações enganosas sobre o IPO e não revelaram uma mudança estratégica, incluindo o plano Gemini 2.0, demissões e saídas do mercado. Dados on-chain mostram que a ação, que foi lançada a $32 em setembro de 2025, caiu mais de 80%. O índice de medo e ganância dos mercados de criptomoedas permanece volátil diante da incerteza jurídica.

Mensagem da ChainThink, 20 de março: segundo relato do The Block, a Gemini foi alvo de uma ação coletiva, que foi aceita pelo Tribunal Federal da Distrito Sul de Nova York na quarta-feira desta semana. A queixa acusa a Gemini e seus cofundadores Tyler Winklevoss e Cameron Winklevoss de terem feito declarações falsas ou incompletas nos documentos de oferta e nas divulgações subsequentes relacionadas à estratégia de negócios da empresa antes e após o IPO de setembro de 2025. A ação busca indenização para investidores que compraram ações entre o IPO e meados de fevereiro de 2026.


A Gemini listou-se na Nasdaq em setembro de 2025, fechando no primeiro dia a US$ 32, e desde então acumulou uma queda superior a 80%, encerrando quinta-feira a US$ 6,01. Os autores da ação afirmam que os documentos de oferta apresentaram a Gemini como uma plataforma de criptomoedas em crescimento focada em expandir o número de usuários ativos mensais e os mercados internacionais, mas a empresa não divulgou que já estava se preparando para uma importante transformação estratégica.


No início de fevereiro deste ano, a Gemini lançou a estratégia "Gemini 2.0", anunciando que seu foco estratégico seria deslocado para produtos de mercados preditivos, ao mesmo tempo em que realizou demissões de aproximadamente 25% e saiu dos mercados do Reino Unido, da União Europeia, da Austrália e outros — uma direção diametralmente oposta à expansão internacional anteriormente anunciada. A queixa também lista a saída sucessiva de vários executivos, incluindo o CFO, o COO e o CLO, como evidência de agitação interna na empresa.

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