FATF alerta que stablecoins são a principal ferramenta para transações ilegais e pede reforço da supervisão

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FATF alerta que stablecoins dominam o volume de transações ilegais, citando dados da Chainalysis que mostram que 84% das negociações ilícitas de ativos virtuais em 2025 envolveram stablecoins, totalizando US$ 154 bilhões. A TRM Labs relata que US$ 141 bilhões em stablecoins foram transferidos para agentes ilícitos, com 86% vinculados a sanções. Transferências peer-to-peer por meio de carteiras não custodiais permanecem um risco chave. A FATF recomenda obrigações AML para emissores e ferramentas de congelamento de carteiras. O capital de mercado das stablecoins agora supera US$ 300 bilhões. Os dados de inflação permanecem uma preocupação secundária para os reguladores.

ChainCatcher relata, segundo o CoinDesk, que a FATF (Grupo de Ação Financeira), órgão internacional responsável por estabelecer padrões antilavagem de dinheiro, publicou um relatório alertando que as stablecoins se tornaram o ativo virtual mais amplamente utilizado em transações ilegais, e solicitou uma regulamentação mais rigorosa para os emissores. O relatório citou dados da Chainalysis, indicando que, em 2025, as stablecoins representaram 84% do volume de transações ilegais de ativos virtuais, totalizando US$ 154 bilhões. Relatório da TRM Labs mostra que, em 2025, entidades ilegais receberam US$ 141 bilhões em stablecoins, o maior valor em cinco anos, com atividades relacionadas a sanções representando 86% dos fluxos ilícitos de criptomoedas. Entidades como Irã e Coreia do Norte estão utilizando stablecoins como o USDT para financiar a proliferação de armas de destruição em massa e pagamentos transfronteiriços sujeitos a sanções. A FATF alertou que transferências ponto a ponto por meio de carteiras não geridas constituem uma vulnerabilidade crítica, pois permitem contornar controles antilavagem de dinheiro. A FATF instou os países a impor obrigações antilavagem de dinheiro aos emissores de stablecoins e a considerar exigir que eles tenham capacidade de congelar carteiras e restringir certas funcionalidades de contratos inteligentes. O valor de mercado atual das stablecoins ultrapassou US$ 300 bilhões.

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