EEA aloca tesouraria para o Lido para staking líquido, mantém stETH

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A adoção institucional continua com a Enterprise Ethereum Alliance (EEA) alocando parte de seu tesouro por meio do Lido, uma das principais notícias sobre ethereum. A EEA recebeu stETH em troca, contornando obstáculos de staking nativo, como configuração de validadores e filas. A adoção institucional é apoiada por custodiantes como Bitgo, Fireblocks e Copper, permitindo a integração do stETH em fluxos de trabalho institucionais.

TL;DR:

  • O Lido recebeu uma alocação do tesouro da Enterprise Ethereum Alliance, que agora detém stETH como ativo líquido.
  • A EEA escolheu o staking líquido da Lido para evitar os custos operacionais do staking nativo e das filas de entrada e saída de validadores.
  • stETH está disponível por meio de custodiantes como Bitgo, Fireblocks e Copper, facilitando sua integração nos fluxos de trabalho institucionais existentes.

A Enterprise Ethereum Alliance (EEA) deployou parte de seu tesouro institucional por meio do Lido, o maior protocolo de staking líquido no Ethereum, e recebeu em troca stETH, a representação líquida do ETH stakeado. A EEA é um agente chave na promoção da adoção de staking líquido no setor institucional centrado no Ethereum.

Instituições que detêm ETH em seus balanços enfrentam um dilema prático: deixar esse ETH não stakeado significa abrir mão de recompensas, mas o staking nativo exige infraestrutura de validador, processos específicos de custódia, controles internos de risco e exposição às filas de entrada e saída da rede. Atualmente, a fila de entrada para o conjunto de validadores está em cerca de 56 dias, enquanto a fila de saída se aproxima de 7 dias, mais um atraso adicional de quase 8 dias para a captura das recompensas.

Carteiras LIDO Eth staking

stETH: Infraestrutura do Tesouro

O liquid staking no Lido resolve esse problema de forma diferente. O ETH participa do staking, enquanto o stETH resultante permanece líquido e operável dentro dos fluxos de trabalho existentes. Redwan Meslem, diretor executivo da EEA, resumiu isso em três critérios de decisão para um tesouro: a capacidade de sair quando necessário, compatibilidade com a pilha de custódia atual e validação prévia por instituições reguladas. Segundo Meslem, o stETH responde afirmativamente a todos os três.

A disponibilidade de stETH em plataformas como Bitgo, Fireblocks e Copper sustenta esse argumento. As equipes de tesouraria podem operar em staking líquido sem abandonar os sistemas e processos que já utilizam. O produto europeu da WisdomTree sobre ETH stakeado e o uso de stETH como garantia no mercado DeFi reforçam a abrangência do ativo dentro da infraestrutura dos mercados onchain.

O staking do ethereum atingiu recorde histórico, mas especialistas debatem suas possíveis desvantagens

LIDO: Da Observação à Operação

Kean Gilbert, chefe de relações institucionais da Lido Ecosystem Foundation, observou que a decisão da EEA prova que há uma mudança dentro do ecossistema institucional da observação para o uso operacional de Ethereum.

A visibilidade pública dos dados do protocolo, registros de governança e relatórios de desempenho dos operadores de nodes completa os critérios que as equipes de tesouraria precisam para avaliar a infraestrutura antes de se comprometer com ela.

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