CTA pede ao Senado para avançar com a Lei CLARITY para a regulamentação de ativos digitais

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A Consumer Technology Association (CTA) pediu ao Senado dos EUA para acelerar a aprovação da Lei CLARITY para trazer regulamentação de ativos digitais ao setor. O projeto, liderado pela senadora Cynthia Lummis, combina contribuições das comissões de Bancos e Agricultura para abordar preocupações com CFT (Combate ao Financiamento do Terrorismo), supervisão de mercado e questões jurisdicionais. Apesar disso, o projeto permanece travado enquanto os debates sobre incentivos a stablecoins e conflitos de interesse continuam. A CTA argumenta que regras claras atrairão investimentos, protegerão os usuários e fortalecerão a liderança dos EUA na blockchain.

Odaily Planet Daily relata que a Consumer Technology Association (CTA), organização setorial que representa mais de 1.300 empresas de tecnologia, incentivou o Senado dos EUA a avançar com o CLARITY Act e estabelecer regras federais claras para ativos digitais. Michael Petricone, vice-presidente sênior de assuntos governamentais da CTA, declarou em 28 de julho no X que a Câmara dos Representantes já concluiu seu trabalho e que o Senado precisa decidir se a inovação financeira digital se desenvolverá nos EUA ou no exterior. A CTA afirmou que a certeza regulatória promoverá investimentos, fortalecerá a proteção ao consumidor, ampliará a inovação e reforçará a posição dos EUA no campo da tecnologia blockchain. A organização ressaltou que as empresas precisam de regras federais claras para ativos digitais antes de alocar capital de longo prazo e desenvolver novos produtos financeiros. A senadora Cynthia Lummis já divulgou uma versão revisada do CLARITY Act, integrando os trabalhos dos comitês de bancos e agricultura do Senado, abordando regulamentação de mercado, proteção ao consumidor e divisão de autoridade regulatória sobre ativos digitais. A senadora Elizabeth Warren afirmou que a versão revisada ainda não resolve questões significativas de conflito de interesses. O projeto ainda está parado no Senado, enquanto os senadores negociam cláusulas pendentes. Os incentivos a stablecoins também são um ponto de controvérsia, com mais de 130 executivos do setor bancário pressionando os legisladores para impedir que stablecoins operem de forma semelhante a contas remuneradas.

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