- A Coinbase nega pressão da Casa Branca e diz que as conversas continuam para ajustar o CLARITY Act com a política bancária em andamento.
- Limites de rendimento de stablecoin geram divisão enquanto empresas de criptomoeda alertam que regras podem favorecer bancos em detrimento dos consumidores com impacto nacional.
- Legisladores adiam a votação à medida que preocupações com lobby e riscos de depósito atrasam o acordo sobre o processo da proposta de lei do mercado de criptomoedas agora.
A liderança da Coinbase tem rejeitado afirma que a Casa Branca planeja retirar o apoio ao CLARITY Act. A negação ocorre enquanto as negociações em torno do projeto de lei da estrutura de mercado de criptomoedas paralisado continuam em Washington. A legislação provocou um debate acirrado no setor de ativos digitais, bancos e formuladores de políticas. Os formuladores de políticas têm adiado medidas formais enquanto as negociações tentam superar as divisões profundas.
O Projeto de Lei CLARITY deveria esclarecer as regulamentações dos mercados de criptomoedas, stablecoins e finanças descentralizadas. Contudo, um novo texto de projeto gerou pânico em grandes setores da indústria. Consequentemente, Coinbase puxou para fora seu apoiou na semana passada. O movimento contribuiu para a especulação sobre uma relação tensa com a administração Trump, o que a liderança da Coinbase negou.
Envolvimento da Casa Branca e Conversas em Andamento
A liderança da Coinbase afirmou que a administração permaneceu envolvida durante todo o processo. A Casa Branca tem incentivado discussões entre empresas de criptomoedas e bancos. Essas conversas se concentram em resolver preocupações ligadas aos interesses bancários e proteções ao consumidor. A Coinbase está agora trabalhando em várias ideias de política projetadas para apoiar bancos comunitários.
As conversas ainda estão em andamento, com os membros da indústria tentando encontrar um terreno comum. A administração não indicou publicamente o abandono do projeto de lei. Pelo contrário, os líderes enfatizaram cooperação e concessões. Essa estratégia aliviou o mercado da especulação sobre um colapso político mais amplo.
Enquanto isso, a Comissão Bancária do Senado adiado o planejado marcação da proposta. Os legisladores optaram por permitir mais tempo para revisões. O atraso reflete a complexidade de alinhar a inovação financeira com os quadros bancários existentes.
Setor está dividido sobre regras de rendimento de stablecoins
O conflito mais intenso centra-se na distribuição de rendimento de stablecoins. O último rascunho impede que as empresas compartilhem o rendimento com os clientes. Muitos executivos de criptomoedas argumentam que essa disposição favorece os bancos. Eles dizem que isso limita os retornos aos consumidores e restringe a concorrência.
Críticos também alertam que a restrição pode enfraquecer a finança descentralizada. Acreditam que ela prejudica o comércio de ações tokenizadas e serviços relacionados. Apoiadores da proposta argumentam que ela traz clareza regulatória. Afirmam que alguns limites são necessários para a estabilidade.
Essa divisão desgastou o consenso da indústria. Alguns executivos veem o projeto de lei como um progresso, apesar de suas falhas. Outros consideram-no prejudicial à inovação e aos consumidores. A discordância reduziu o ritmo e complicou as negociações.
Preocupações Bancárias e Pressão Política
Líderes do setor bancário expressaram preocupações com a fuga de depósitos. Alguns estimam que stablecoins que geram rendimento poderiam atrair trilhões de dólares de bancos tradicionais. Essa mudança poderia afetar a liquidez e reduzir a capacidade de empréstimos. Pequenas e médias empresas poderiam sentir o impacto primeiro.
Esses avisos intensificaram os esforços de lobby. Os críticos argumentam que os bancos estão protegendo suas margens. Eles dizem que a pressão do lobby influencia as restrições sobre os rendimentos da criptomoeda. Essa narrativa ganhou força entre os defensores da criptomoeda.
O debate público também se expandiu online. Investidores proeminentes criticaram os legisladores por aceitarem limites que favorecem os bancos. Eles alegam que a política financeira reflete cada vez mais as prioridades bancárias do que os benefícios aos consumidores.
Incerteza sobre o Cronograma e Caminho a Seguir
Apesar das tensões, líderes da indústria esperam movimentação em breve. Alguns executivos prevêem uma revisão da margem de lucro em algumas semanas. A otimismo surge de discussões recentes com senadores e assessores. Outros incentivam a paciência e o compromisso para assegurar o progresso.
O futuro do projeto de lei permanece incerto. Os negociadores continuam a refinar o texto para abordar as preocupações do setor. O resultado moldará a regulação de criptomoedas e a concorrência bancária nos Estados Unidos.
