BlockBeats noticia que, em 21 de abril, Brad Bao, líder de crescimento da Cobo AI, compartilhou durante o evento presencial "Decifrando a Web 4.0: Quando Agentes de IA assumem permissões on-chain" que a Cobo está reestruturando a lógica de controle de fundos dos Agentes por meio de um sistema de permissões estruturado. Em seus produtos, a relação entre usuários e Agentes não é mais uma simples autorização de carteira, mas sim definida por um "contrato (Policy/Agreement)" executável que estabelece os limites de permissão.
O contrato contém pelo menos quatro elementos fundamentais: intenção de operação (Intent), caminho de execução (Path), regras de restrição (Rules) e condições de conclusão e encerramento (Termination), elevando o controle de permissões originalmente "tudo ou nada" para um mecanismo de governança granular, negociável, auditável e revogável.
No nível de execução, a Cobo combina a tecnologia MPC (Cálculo Seguro Multi-partidário) para garantir que, mesmo diante de riscos como comportamento anormal do Agente, ataques ao sistema ou injeção de prompts, os fundos permaneçam sempre sob o controle do usuário, e nenhuma entidade única possa contornar as restrições e transferir ativos independentemente. Brad Bao enfatiza que, nessa arquitetura, o Agente pode ter liberdade suficiente para realizar tarefas complexas, mas seu comportamento permanece sempre limitado dentro de fronteiras verificáveis.
Ele afirmou que o sistema, em essência, constrói uma camada de "infraestrutura de confiança e seguro" na economia de Agentes, utilizando a combinação de "permissões contratualizadas + cálculo seguro" para permitir o poder delegado controlado sobre os Agentes, aumentando assim a eficiência automatizada enquanto garante a segurança dos ativos do usuário e a determinação dos resultados.

