A demanda por stablecoins no Brasil supera a de bitcoin, e as compras de criptomoedas atingem US$ 14,68 bilhões no H1 de 2026

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AI summary iconResumo
A regulamentação de stablecoins está ganhando urgência, pois um relatório do banco central do Brasil revelou que as compras de criptomoedas atingiram US$ 14,68 bilhões no primeiro semestre de 2026, um aumento de 135% em relação a 2025. As stablecoins representaram mais de 90% desse total, com tokens vinculados ao dólar americano impulsionando o crescimento nos pagamentos locais e transfronteiriços. Em maio de 2026, a demanda por stablecoins atingiu US$ 2,632 bilhões, um aumento de 158% em relação ao ano anterior. O banco central planeja classificar empresas de ativos virtuais como instituições de terceiros, alinhando-as aos corretores de valores sob novas regras de conformidade a partir de janeiro de 2027. Um imposto proposto de 3,5% sobre transações de stablecoins foi adiado antes das eleições presidenciais. À medida que o MiCA reforça a supervisão da UE, a abordagem do Brasil mostra que a atenção global está se voltando para a regulamentação de stablecoins.

ChainThink mensagem, 31 de julho, segundo relatório da Bitcoin.com, os dados estatísticos do departamento externo do Banco Central do Brasil mostram que, no primeiro semestre de 2026, o valor total das compras de ativos criptográficos no Brasil atingiu US$ 14,68 bilhões, um aumento de 135% em relação aos US$ 6,24 bilhões do mesmo período de 2025.

Dentre eles, a demanda por stablecoins representa mais de 90%. Em maio de 2026, as compras de stablecoins no Brasil atingiram US$ 2,632 bilhões, um aumento de 158% em relação ao ano anterior, e as stablecoins vinculadas ao dólar tornaram-se a principal ferramenta para pagamentos locais e liquidações transfronteiriças.

Fernando Rocha, chefe do departamento de estatísticas do Banco Central do Brasil, afirmou que os dados relevantes indicam que o mercado de criptomoedas no Brasil está se tornando mais maduro e integrado.

Do ponto de vista regulatório, o Banco Central do Brasil decidiu incluir provedores de serviços de ativos virtuais na categoria III, exigindo que cumpram os mesmos requisitos de conformidade das corretoras de valores mobiliários; o novo regime entrará em vigor em 1º de janeiro de 2027.

Anteriormente, a proposta do governo brasileiro de impor uma taxa de 3,5% sobre transações de stablecoins foi suspensa devido à proximidade das eleições presidenciais.

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