ChainThink mensagem, 31 de julho, segundo relatório da Bitcoin.com, os dados estatísticos do departamento externo do Banco Central do Brasil mostram que, no primeiro semestre de 2026, o valor total das compras de ativos criptográficos no Brasil atingiu US$ 14,68 bilhões, um aumento de 135% em relação aos US$ 6,24 bilhões do mesmo período de 2025.
Dentre eles, a demanda por stablecoins representa mais de 90%. Em maio de 2026, as compras de stablecoins no Brasil atingiram US$ 2,632 bilhões, um aumento de 158% em relação ao ano anterior, e as stablecoins vinculadas ao dólar tornaram-se a principal ferramenta para pagamentos locais e liquidações transfronteiriças.
Fernando Rocha, chefe do departamento de estatísticas do Banco Central do Brasil, afirmou que os dados relevantes indicam que o mercado de criptomoedas no Brasil está se tornando mais maduro e integrado.
Do ponto de vista regulatório, o Banco Central do Brasil decidiu incluir provedores de serviços de ativos virtuais na categoria III, exigindo que cumpram os mesmos requisitos de conformidade das corretoras de valores mobiliários; o novo regime entrará em vigor em 1º de janeiro de 2027.
Anteriormente, a proposta do governo brasileiro de impor uma taxa de 3,5% sobre transações de stablecoins foi suspensa devido à proximidade das eleições presidenciais.



