A rede de pagamentos Pix do Brasil é lançada na Argentina, com expansão considerada

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O Banco do Brasil, um banco controlado pelo governo brasileiro, fez um anúncio de parceria com o Banco Patagonia para lançar o Pix na Argentina. A atualização da rede permite que usuários brasileiros enviem pagamentos instantâneos por meio de QR code, com conversão de moeda realizada automaticamente. Este é o primeiro lançamento internacional do Pix, o sistema de pagamentos rápidos do Brasil. O Banco do Brasil agora está avaliando uma expansão adicional para países com grandes populações brasileiras, incluindo partes da América Latina, Europa e Ásia.

O Banco do Brasil, um banco controlado pelo governo brasileiro, lançou um novo recurso que permite aos clientes brasileiros utilizar o sistema de pagamentos Pix na Argentina. A instituição está considerando expandir essa funcionalidade para mais países para atingir grandes comunidades brasileiras.

Os pagamentos Pix do Brasil se expandem para a Argentina por meio do Banco do Brasil

Pix, a rede brasileira de pagamentos rápidos, está se expandindo para a Argentina.

Banco do Brasil, uma instituição financeira controlada pelo governo brasileiro, lançou um novo serviço que permite a todos os clientes bancários brasileiros, mesmo aqueles com contas em outros bancos, alavancar pagamentos Pix na Argentina. O recurso, desenvolvido em parceria com o Banco Patagonia, uma instituição argentina controlada pelo Banco do Brasil, expande o Pix fora das fronteiras do Brasil pela primeira vez.

A iniciativa busca trazer a facilidade de uso e a execução rápida do Pix para brasileiros na Argentina, simplificando a tarefa de pagar para turistas brasileiros.

Felipe Prince, vice-presidente de Controles Internos e Gestão de Riscos do Banco do Brasil, afirmou:

O lançamento do Pix no exterior reforça a presença internacional do Banco do Brasil e nosso compromisso com inovação em formas de pagamento voltadas para o bem-estar das pessoas.

Brasileiros com contas bancárias podem agora escanear um QR code com o aplicativo bancário de sua escolha para pagar usando Pix na Argentina. O sistema gerencia as operações em segundo plano, incluindo a troca de reais brasileiros por pesos argentinos e o envio dos fundos ao comerciante receptor.

O desenvolvimento pode anteceder movimentos semelhantes em outros países, pois o Banco do Brasil está considerando expandir esse serviço para outros países em todo o mundo. América Latina, Europa e Ásia seriam os próximos alvos, dadas as grandes comunidades brasileiras nessas regiões.

Elogiado pelo Prêmio Nobel Paul Krugman por alcançar “o que os defensores de criptomoeda afirmaram, falsamente, ser capazes de entregar por meio da blockchain,” o Pix tornou-se o sistema de pagamento mais popular do Brasil, utilizado por mais de 160 milhões de indivíduos e mais de 15 milhões de empresas, e responsável por quase metade de todas as transações financeiras no país.

As transações são gratuitas para usuários varejistas 24 horas por dia, e o sistema oferece taxas gerenciáveis para comerciantes em comparação com cartões de crédito e outras alternativas de pagamento.

Perguntas frequentes

  • O que é Pix, e onde ele está se expandindo?
    Pix, a rede de pagamentos rápidos do Brasil, está se expandindo para a Argentina, permitindo que clientes brasileiros façam pagamentos no exterior.

  • Quais bancos estão envolvidos neste novo serviço?
    O serviço é lançado pelo Banco do Brasil em parceria com o Banco Patagonia, permitindo que clientes de bancos brasileiros acessem pagamentos Pix na Argentina.

  • Como os brasileiros podem usar o Pix enquanto estão na Argentina?
    Brasileiros agora podem escanear um QR code com o aplicativo do banco para pagar usando Pix, com o sistema gerenciando automaticamente a troca de moeda e as transferências de fundos.

  • Quais expansões futuras estão planejadas para o Pix?
    O Banco do Brasil está considerando expandir o Pix para outros países em todo o mundo, visando regiões como América Latina, Europa e Ásia, onde há comunidades brasileiras significativas.

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