A mineração de bitcoin consome 30% da eletricidade do Paraguai, analistas alertam para crise energética em 2029

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A mineração de bitcoin agora utiliza 30% da eletricidade do Paraguai, equivalente a uma vez e meia as turbinas da Usina de Itaipu, segundo especialistas da conferência 'Accelerate Bitcoin'. O analista Victorio Oxilia alertou que o crescimento contínuo pode desencadear uma crise energética em 2029. Com nenhum grande investimento energético nos últimos 50 anos, o Paraguai precisa de US$ 11 a 15 bilhões em novos financiamentos. Os contratos de energia das empresas de mineração expiram em 2027, e as autoridades estão reforçando medidas CFT contra roubo ilegal de eletricidade. Enquanto isso, a aprovação de ETFs de bitcoin em grandes mercados permanece um tema central para a regulamentação do setor.

Segundo relato da Bitcoin.com, durante a conferência "Accelerating Bitcoin", vários analistas de energia emitiram alertas sobre o impacto da mineração de bitcoin na rede elétrica do Paraguai. O pesquisador energético Victorio Oxilia destacou que a mineração de bitcoin atualmente consome 30% da eletricidade nacional do Paraguai, o equivalente à geração de uma e meia turbina da Usina de Itaipu. Se a expansão da mineração continuar, espera-se uma crise energética até 2029. Ao mesmo tempo, a produção de energia no Paraguai permaneceu estagnada por longo tempo, exigindo investimentos de US$ 11 bilhões a US$ 15 bilhões nos próximos 13 anos para atender à demanda crescente, mas quase nenhuma grande investimento energético foi realizado nos últimos 50 anos. Os contratos energéticos das empresas atuais de mineração expirarão em 2027, e sua renovação permanece incerta. Os analistas também apontaram que o consumo de energia da mineração é ajustável, permitindo que os operadores liguem e desliguem conforme a carga da rede, tornando-o mais fácil de controlar do que o consumo residencial. Atualmente, as autoridades paraguaias intensificaram a repressão a furtos de energia ilegais e já obtiveram condenações por esses crimes.

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