ChainCatcher relata que, na sexta-feira à tarde, o Bitcoin recuou, encerrando uma forte alta impulsionada pelo fluxo de fundos dos ETFs. Até a tarde de sexta-feira em Nova York, o Bitcoin estava cotado a US$ 77.379, com uma queda de mais de 3% nas últimas 24 horas, após ter atingido um pico de US$ 81.281 no início da semana. Em seu primeiro discurso importante desde a posse, o presidente da Reserva Federal, Kevin Warsh, afirmou que ainda há "muito trabalho a ser feito" para combater a inflação, o que resfriou o sentimento do mercado. A alta anterior foi principalmente impulsionada por fatores de liquidez. Os ETFs de Bitcoin spot nos EUA registraram um fluxo líquido de US$ 1,14 bilhão esta semana, com um acúmulo de mais de US$ 3 bilhões nos últimos nove dias, sendo que o iShares Bitcoin Trust da BlackRock recebeu a maior parte desses aportes. A semana passada, o Departamento do Tesouro dos EUA anunciou o dobramento do volume das operações de recompra de suporte à liquidez, o que também impulsionou a alta do Bitcoin. Analistas consideram que este movimento está fortemente ligado à "transação de desvalorização monetária" — os investidores veem o Bitcoin como um hedge contra a desvalorização da moeda e gastos excessivos do governo. A dívida pública dos EUA ultrapassou pela primeira vez este mês a marca de US$ 40 trilhões, reforçando ainda mais as preocupações do mercado com a erosão do poder de compra das moedas fiduciárias.
Bitcoin cai abaixo de US$ 78.000 após rally impulsionado por ETFs
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O bitcoin caiu abaixo de US$ 78.000 na sexta-feira, após uma alta de mercado impulsionada por entradas de ETFs. O preço caiu para US$ 77.379, uma queda de 3% em 24 horas, após atingir pico de US$ 81.281 no início da semana. Comentários do presidente da Reserva Federal, Kevin Warsh, sobre preocupações com a inflação afetaram o sentimento. Os ETFs de bitcoin à vista nos EUA registraram US$ 1,14 bilhão em entradas esta semana e mais de US$ 3 bilhões em nove dias, com o iShares Bitcoin Trust da BlackRock liderando os fluxos. O suporte expandido à liquidez do Tesouro dos EUA também impulsionou o bitcoin. Analistas associam a movimentação a uma operação de desvalorização cambial, já que a dívida dos EUA atingiu US$ 40 trilhões, alimentando preocupações sobre o poder de compra da moeda fiduciária.
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