Mensagem do BlockBeats, 28 de abril: segundo relato da Decrypt, nos últimos 30 dias, o Bitcoin subiu cerca de 14%, com perspectiva de fechar pela quarta semana consecutiva em alta, com o mercado focado no intervalo de 82.000 dólares da CME. A QCP Capital observou: "Se a próxima onda de alta se tornará mais uma armadilha clássica de alta ou uma recuperação mais sustentável dependerá de o Bitcoin conseguir fechar acima de 82.000 dólares. Se o Bitcoin conseguir romper 82.000 dólares, pode subir até 90.000 dólares. Apesar da tensão geopolítica persistente, isso indica que os investidores estão gradualmente retomando exposição à alta, com a proteção contra quedas desacelerando em comparação com as semanas anteriores."
Além disso, os resultados das "Sete Gigantes" e a reunião de política do Fed também influenciarão a tendência. Embora a recuperação do mercado cripto ainda esteja em andamento, o mercado enfrenta o "risco macro imediato" trazido pelos resultados do primeiro trimestre da Microsoft, Amazon, Meta, Alphabet e Apple — cinco das "Sete Gigantes". Wenny Cai, fundador da Anchored Finance, afirmou que esses resultados "serão um teste importante para a preferência de risco mais ampla", sendo o primeiro teste significativo desse tipo desde o início do conflito entre EUA e Irã.
Outro catalisador macroeconômico chave é a reunião do Fed. O mercado precifica uma probabilidade de 100% de que as taxas de juros permaneçam na faixa de 3,50% a 3,75%. Cai afirmou que, estruturalmente, o Bitcoin está "se desempenhando bem" e citou "fluxos contínuos de capital para ETFs e crescente participação institucional". Ela acrescentou que, até que catalisadores como ventos macroeconômicos mais claros ou maior clareza regulatória surjam, o movimento de preço do Bitcoin "continuará sendo dominado por níveis técnicos, posições e volatilidade impulsionada por notícias".

