Notícia da Mars Finance: em 16 de abril, segundo relato da Decrypt, Adam Back, CEO da Blockstream, defendeu na Paris Blockchain Week, na quarta-feira, a introdução de resistência quântica ao Bitcoin por meio de atualizações opcionais, divergindo da proposta anterior de congelamento obrigatório apresentada por desenvolvedores. Adam Back afirmou: “É crucial se preparar antecipadamente e implementar mudanças de forma controlada, muito mais seguro do que reagir precipitadamente em uma crise.” Ele também destacou que o Bitcoin já possui capacidade de coordenação de emergência: “Vulnerabilidades foram identificadas e corrigidas em poucas horas; quando algo se torna urgente, a atenção se concentra e o consenso se forma.” A posição de Adam Back contrasta com a BIP-361, proposta conjuntamente por Jameson Lopp e outros cinco desenvolvedores, que em 15 de abril foi atualizada no repositório oficial do Bitcoin sob o título “Migração pós-quântica e desativação de assinaturas tradicionais”, planejando eliminar gradualmente, por meio de soft fork, endereços vulneráveis a ataques quânticos ao longo de cinco anos, congelando finalmente ativos que não tenham sido migrados, incluindo os BTC detidos por Satoshi Nakamoto. O avanço na computação quântica acelerou esse debate. O Google Quantum AI publicou recentemente um estudo afirmando que computadores quânticos poderiam quebrar algoritmos de criptografia de curva elíptica com menos de 1.200 qubits lógicos; seu sistema de qubits supercondutores exigiria menos de 500.000 qubits físicos para quebrar o mecanismo de criptografia do Bitcoin em poucos minutos — cerca de 20 vezes mais rápido do que as estimativas anteriores. Pesquisadores estimam que cerca de 6,9 milhões de BTC estão em risco de ataques quânticos, incluindo aproximadamente 1,7 milhão de BTC provenientes de recompensas de mineração da era Satoshi. Além disso, a BitMEX Research divulgou no mesmo dia uma outra proposta de mitigação, sugerindo a criação de um “fundo canário” composto por moedas vulneráveis a ataques quânticos, cujo congelamento total só seria acionado caso ocorresse uma transferência do endereço desse fundo.
Adam Back propõe atualização opcional resistente a quantum para bitcoin
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Notícias sobre bitcoin surgiram durante a Blockchain Week Paris, quando o CEO da Blockstream, Adam Back, propôs atualizações opcionais resistentes à computação quântica para a rede. Sua posição contrasta com a BIP-361, que busca eliminar endereços vulneráveis por meio de um soft fork de cinco anos. Back enfatizou a necessidade de preparação controlada, citando a rápida coordenação do bitcoin em questões de segurança. O Google Quantum AI recentemente alertou que computadores quânticos poderiam quebrar a criptografia do bitcoin com menos esforço do que o esperado, colocando em risco 6,9 milhões de BTC. Uma proposta de atualização da blockchain da BitMEX Research inclui um "fundo canário" para monitorar ameaças quânticas.
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