Mensagem do BlockBeats: Em 3 de janeiro, a plataforma de segurança Web3 Scam Sniffer revelou que as perdas associadas a ataques de phishing criptográficos ligados a "drainers" (esvaziadores de carteiras) em 2025 caíram para cerca de 83,85 milhões de dólares, uma redução de 83% em comparação com os quase 494 milhões de dólares de 2024; o número de vítimas reduziu-se para 106, uma diminuição de 68% face ao ano anterior.
No entanto, o relatório aponta que as atividades de phishing não desapareceram, mas mantêm uma forte correlação com os ciclos de mercado. No terceiro trimestre de 2025, com a forte recuperação do Ethereum, as perdas por phishing atingiram o máximo anual de 31 milhões de dólares, representando quase 29% do total anual. As perdas mensais foram mais baixas em dezembro, rondando os 2,04 milhões de dólares, e atingiram o pico em agosto, com 12,17 milhões de dólares.
Do ponto de vista metodológico, a autorização de phishing Permit/Permit2 continua sendo a ferramenta mais eficaz para os atacantes. O maior caso individual em 2025 ocorreu em setembro, resultando em perdas de 6,5 milhões de dólares. Além disso, com a atualização Pectra do Ethereum, surgiram rapidamente novos ataques maliciosos baseados em EIP-7702, com dois incidentes em agosto que causaram perdas totais de 2,54 milhões de dólares.
É notável que o número de casos de grandes perdas tenha diminuído significativamente — em 2025, apenas 11 casos envolveram perdas superiores a 1 milhão de dólares, comparado com 30 em 2024. No entanto, os atacantes estão a mudar-se para uma estratégia de "pequenas perdas, mas frequentes", fazendo com que a perda média por vítima caia para 790 dólares. O Scam Sniffer conclui: "A ecologia dos 'drainers' continua ativa — os antigos saem, mas novos aparecem constantemente."
Além disso, os dados da PeckShield mostram que as perdas causadas por ataques cibernéticos e incidentes de segurança na criptomoeda em dezembro de 2025 atingiram cerca de 76 milhões de dólares, uma redução de 60% em relação ao período anterior, embora as atividades de ataque continuem frequentes.

