A mídia estrangeira comentou que, no início de maio, o mercado de criptomoedas apresentou sinais de recuperação, com o Bitcoin recuperando temporariamente os US$ 82.000, mas logo recuando novamente para a faixa de US$ 62.000 a US$ 63.000. O artigo considera que esse movimento de recuperação não conseguiu se sustentar, devido à atuação conjunta de conflitos geopolíticos e pressões macroeconômicas.
Após o pico, os fundos começaram a sair

O texto menciona que o mercado apresentou saídas de capital mais acentuadas a partir de outubro de 2025. Na época, o Bitcoin havia acabado de atingir o recorde histórico de US$ 126.080, seguido por uma redução na aversão ao risco. O artigo atribui essa mudança ao aumento da incerteza macroeconômica e à intensificação das tensões geopolíticas globais.
Segundo sua análise, o mercado não enfraqueceu apenas devido a um ajuste de preço, mas enfrentou mudanças no ambiente externo após atingir níveis elevados. Após os ativos de risco sofrerem pressão, os ativos criptográficos também retrataram seus ganhos.
O preço do petróleo e a inflação se tornam novas fontes de pressão
O artigo afirma que, após os ataques dos Estados Unidos contra o Irã em fevereiro de 2026, os mercados enfrentaram nova pressão. O Estreito de Ormuz foi temporariamente afetado, levando a uma tensão na oferta global de energia, alta nos preços do petróleo e aumento adicional nos dados de inflação.
O contexto citado no texto é que a inflação dos Estados Unidos subiu para 4,2% em maio de 2026. Nesse cenário, o Federal Reserve optou por manter as taxas de juros inalteradas. O artigo argumenta que a inflação acima da meta de 2% e a dificuldade de reduzir as taxas de juros enfraqueceram o suporte ao mercado para ativos de risco, resultando em nova pressão sobre o mercado de criptomoedas.
A correção em 2026 depende da situação no Oriente Médio
Quanto à evolução futura, o artigo considera que, dentro de 2026, a possibilidade de uma recuperação mais completa ainda depende da缓和 da situação no Oriente Médio. Embora os Estados Unidos e o Irã tenham chegado temporariamente a um acordo de paz na semana passada, os avanços relacionados permanecem instáveis. O relatório menciona que, após o agravamento do conflito entre Israel e o Líbano, o Irã retirou-se das negociações, o que trouxe novas incertezas para a perspectiva de cessar-fogo.
Análise do artigo: se o conflito entre os Estados Unidos e o Irã persistir, o Estreito de Ormuz ainda pode enfrentar novamente o risco de fechamento. Se os preços do petróleo continuarem a subir, a pressão inflacionária de importação sobre a economia global aumentará ainda mais, e o sentimento dos ativos de risco também pode permanecer pressionado, dificultando a aceleração da recuperação do mercado de criptomoedas.

