A Copa do Mundo da FIFA de 2026 mal completou uma semana, e o futebol europeu já está passando por uma crise de identidade. Das nove equipes europeias que jogaram até agora, apenas três conseguiram conquistar vitórias na fase de grupos.
O torneio, que começou em 11 de junho e está sendo co-sediado no Canadá, México e Estados Unidos, expandiu-se para 48 equipes este ano. Isso significa 12 grupos, mais partidas e, aparentemente, mais oportunidades para surpresas.
O que aconteceu no campo
A Escócia conquistou uma das raras vitórias iniciais da Europa, superando o Haiti por 1 a 0 em 13 de junho. A Alemanha, por sua vez, lembrou a todos que ainda tem vida com uma goleada de 7 a 1 sobre a Curaçao.
O formato expandido trouxe 16 equipes europeias para o torneio. Além da Escócia, da Alemanha e de mais um vencedor europeu, os demais representantes do continente permaneceram em um ciclo de empates e derrotas.
O maior momento da Copa do Mundo da criptomoeda até agora
Este torneio marca uma primeira para a interseção entre futebol e ativos digitais. A Kraken, a principal exchange de criptomoedas dos EUA, foi anunciada como o primeiro patrocinador oficial de exchange de criptomoedas da FIFA em 9 de junho, apenas dois dias antes da partida de abertura.
Fan tokens, especialmente aqueles construídos no ecossistema Chiliz, têm ganhado popularidade junto com o torneio. Tokens de seleções nacionais, como ARG (Argentina) e POR (Portugal), estão sendo ativamente negociados em plataformas como a Socios.com.
O que isso significa para os investidores
A parceria entre Kraken e FIFA adiciona uma camada institucional a tudo isso. A presença de uma exchange importante como patrocinadora oficial legitima o mercado de fan tokens de maneiras que ciclos anteriores de torneios não conseguiram alcançar.
Os tokens de torcedores são notoriamente voláteis, e seus preços são impulsionados mais por emoção do que por fundamentos. Uma única partida da fase de grupos pode fazer o valor de um token variar em dígitos duplos.
